“Perdidos” de Amor
E estamos aí em mais um Dia dos Namorados. Quem é que não gosta de romance? Mesmo lá no fundo, por trás de máscaras de independência, mentes liberais, falsa pose de “estou bem sozinho” e machismo, homens e mulheres de todo o mundo são apaixonados por relacionamentos, tramas, possibilidades amorosas… Gosto bastante de uma passagem do filme “Simplesmente Amor” (recomendo!), em que o Hugh Grant fala que adora aeroportos, pois ali ele percebe que o amor está em todo lugar. Ainda conclui que, das mensagens dos passageiros do vôo que ia atacar o Pentágono, em 11 de setembro, nenhuma era de ódio, todas eram de… AMOR! E partindo disso, sem nenhuma intenção de parecer uma expert em relacionamentos e em amor, é que começo meu primeiro texto aqui no Dude. Sem compromisso, sem pretensões, só analisando como o amor e os casais aparecem na trama de LOST, através de uma visão hipoteticamente realista das situações.
Um dos casais mais “shippados” da série envolvem uma mãe solteira e um ex-astro drogado. Charlie e Claire até nas letras do nome se combinam QUASE perfeitamente. O fato de os dois serem personagens um pouco marginalizados na mini-sociedade de Lost vai na maré da proposição de que a união faz a força. O cuidado do Charlie com a Claire e seu “estado” é o ideal romântico de “alguém pra chamar de meu” (suspiros), esquecendo por um momento a paixão do rapaz por alucinógenos em pó. Aliás, que se esqueçam os detalhes que fazem dos personagens tão complexos, celebrarei somente o amor e seus atrativos nesse texto! Afinal, hoje é o dia mais “EMO” do ano (não chorem). 
Outro casal que desde o início do seriado gera grandes especulações e torcida é Rose e Bernard. Taxada de louca, a verdade é que a fé dela foi inabalável, e por obra do destino (leia-se roteiristas…) conseguiu reencontrar o marido, mesmo com todas as possibilidades e opiniões dando conta de que isso seria impossível. A certeza que a Rose sempre apresentou de que Bernard estava vivo e que tudo daria certo dá uma idéia de “almas-gêmeas”, de que todos nós temos uma ligação (alô?)… Esperar pelo amor quando só você acredita que ele vai chegar é inspirador tal qual os filmes da Meg Ryan nos bons tempos da comédia romântica!
Dica da Titia: Está só nesse dia dos namorados? Solteira? A amada viajou pra longe, vocês moram em cidades diferentes? Acredite, uma sábia pensadora um dia já cantou: Tudo o que tiver de ser, será. Manter a serenidade nessas horas é primordial pra manter o seu mundo em equilíbrio… Continue fazendo a sua parte, vivendo a tua vida, que o que é nosso sempre tá guardado. AAAH se tá!
O único casal que vemos realmente juntos desde o início do seriado é o dos corenaos Sun e o Jin. Pessoalmente, dos meus casais favoritos, por terem base no clichê que sempre funciona: o do amor que surge entre pessoas de classes sociais diferentes. Soma-se a isso o fator do choque que Sun promove, claramente indo contra as “algemas” tradicionalistas que norteiam a cultura em que o casal está inserido… O respeito que Jin acaba aprendendo a ter em relação à saída dela do casulo (inicialmente à sombra do marido, agora enfermeira, comunicativa, presente). Talvez uma das cenas mais poéticas e representativas desse conceito seja a que ela mergulha no mar, de biquíni… Sem esquecer da despedida pré-jangada… E do reencontro pós-jangada… OooOOoooW!
Se Jin e Sun demonstram o crescimento individual de um dos dois dentro de uma cultura igual e mesma criação, educação e realidades, temos um casal em LOST que surpreendeu, pois os dois eram exatamente de mundos totalmente opostos.
Sayid é o típico cara “maltratado pela vida”, aos olhos ocidentais. Nasceu num país em que se viu obrigado a entrar para vida militar e conviver com a dureza que ela proporciona. Como desgraça pouca é bobagem, sua amada (Nadia) ainda surge como suspeita de traição, obrigando o soldadinho a trair o país para salvá-la. Já sobre Boone… Bem, é um pobre diabo. Facilmente manipulável, por todo mundo… Primeiro pela mãe, que o convenceu a trabalhar no ramo de casamentos. Depois pela Shannon, sempre pedindo arrego e ele indo atrás. Na ilha, pelo Locke e mistérios que ele nem sabia o que significavam, mas estava lá Boone e sua presença quase serviçal. Uma mala dessas tinha que morrer mesmo! Ninguém merece um capacho sem personalidade. Quem já foi um, sabe que isso não constrói relacionamentos, amorosos ou de amizade. Quem já teve um ao lado sabe que quem não se valoriza, acaba desvalorizado… Uma hora cansa, mesmo sendo conveniente. Em resumo, daquele avião caiu uma grande Samsonite.
E enfim chegamos no triângulo amoroso das Bermudas, ao qual eu carinhosamente chamo de DjeKeitSóia. Claramente Sawyer e Kate são levados por sentimentos carnais, ou de “pele”… Uma atração até esperada, levando em consideração que são duas pessoas determinadas, com uma personalidade parecida… Depois da volta dele da aventura jangadesca, Kate andou mais atenciosa, mais próxima do bad guy mais maravilhoso dos seriados… ai ai.
típico herói corajoso certinho só podia se interessar por ela… A liderança que o médico tem no grupo talvez atraia a fugitiva, que está ali, à toa na praia, até então livre dos tormentos do passado… E as Jaters gritam de um lado… Skaters (?) se esgoelam do outro… Qual o casal que prevalecerá? Obviamente eu não sei, mas se alguém souber de um rapaz que consiga apresentar o charme, humor e jeito de quem pega bem do Sawyer com o espírito de liderança e cuidado com o próximo do Jack (mais o salário de médico, claro), por favor, mandem fotos e informações para o email do blog. Não sabe MESMO o que quer, acha que ama os dois?
PROMÍSCUA VOCÊ HEIN, FILHA? Quer tudo e todos, se quisesse realmente algo sério não estaria nem em dúvida… Quer diversão! Fique com os dois mesmo, aproveite e depois dá uma de Kate, vai abandonando sem dó quando surgirem outros dois pra ficar na dúvida.
Como dito no topo do texto, não vou entra no mérito de falar sobre Ana Lúcia e Jack, a possibilidade entre Hurley e Libby, ou se Mr. Eko e seu pedaço de pau já se beijaram. Concluo essa grande brincadeira de Dia dos Namorados aqui no Dude dizendo que love is in the air em Lost, esperando mais situações clichês de romance e desejando um Feliz Dia dos Namorados a todos os casais fãs da série! Vão beijar na boca, povo!
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Muito legal o texto, Caroline! Vc escreve muito bem!
Adorei o texto!
Super bem-humorado.
Ah! O melhor casal: Mr. Eko e seu pau.
kkkkkkkkkkkkkk
Caol!!! Bem-vinda! Que data maravilhosa pra estrear! O dia do amor!! o/
Nós te amamos… e amamos mais ainda o Mr. Eko e seu pau! |o/
hahahahahahahahahahahahaha
Adoramosssssssssssssssssssss
Aproveito pra desejar um feliz dia dos namorados pra todos… amantes e encalhados!
Oiii Caol!!!!
gostei muito do seu texto!!!
TIRANDO A PARTE DO BOONE, Q ELE MERECIA MORRER E A PARTE DO TRIANGULO KATE/JACK/SAWYER!!!!
descordooo completamente e axo q o jugamento q vc fez da Kate anda a verrrrrzaum mesmooo!!!!!
vc falou como se ela fosse vulgar e desse em cima doi doisss, nd a ver com a personagem dela!!
mas é isso ai!!
parabens pelo resto!!!
vários erros ai em cima, mas n liguem rs
Quando foi esse beijo com o Sawyer que eu nao lembro?? Alguem diz ai! Quero ver essa cena de novo!!!
CAOL!
Amei! Amei! Amei! Me matei de rir!
Love you trash!!
Eu até ia falar pra botar Caoline Thomé.. huahuahuahuahu
Caol!
Parabéns duplo – pela ótima estréia e pelo belo texto! Heheh…
Beijão!
kkkkkkkkkkk
eu dei tanta risada na “sacadinha” do mr. eko no final q doeu até minha barriga… 😉 adorei seu texto, caol.
beijo da também publicitária,
Tharcy
gostei do texto, mas pelo conteudo hilario, senti a falta do “casal” mais hummm, “sei lá” da trama: Sawyer e ana Lucia. e a sacada do Mr. Eko é pura maldade…. deixa ele amar o pau dele em paz….hehehe (sem duplos sentidos, por favor!)
Fernando Lima – Belém, Pa.
o/
A do Mr Eko foi realmente, impagável! Mas muito legalzinha mesmo foi a idéia dessa coluna “temática”. Afinal, ninguém quer discutir com seriedade os romances de Lost…enfim, a entrada da Caol mostrou que o Dude tá só ficando cada vez melhor!!
Abraços a todos!