19/01/2010

Em nova entrevista, produtores voltam a falar sobre as expectativas para a 6ª e última temporada de Lost

Prometendo disponibilizar ao longo dos próximos dias a transcrição completa de uma longa entrevista que fez com os produtores de Lost, Damon Lindelof e Carlton Cuse, sobre a série em geral e sobre última temporada, a jornalista Maureen Ryan do Chicago Tribune, publicou hoje a parte 1 em seu blog. Os principais destaques desse papo imperdível vocês conferem agora. Não há spoilers no texto.

Sobre a expectativa em relação à reação do público com o final da série

Lindelof: “Penso que sempre existiu um foco desproporcional em finais de séries... Fica parecendo que só o final é que importa.”

Cuse: “Nós discutimos muito sobre quanto não queremos que a última temporada seja didática. É muito perigoso limitar tudo a uma lista de repostas a serem dadas, porque queremos ter certeza que estamos contando histórias envolventes. A mitologia é importante, mas para nós, a história é sobre personagens. Portanto, nosso foco tem sido direcionado à maneira como iremos concluir as histórias deles... Há alguns elementos de mistério ligados à série que são inexplicáveis, e qualquer tentativa de tentar explicá-los seria um desserviço à série e ao seu legado. Dito isso, estamos tentando encontrar o equilíbrio certo entre respostas que serão dadas e as coisas que devem ser deixadas como mistério.”

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    Sobre as eventuais perguntas sem respostas objetivas.

    Lindelof: “Não temos resposta para a pergunta, ‘o que os números significam’. Podemos dizer quais são as aplicações práticas dos números na série, mas como responder objetivamente uma pergunta dessas? É como querer que Deus explique por que fez as girafas terem pescoço longo, ter a resposta de que é para que elas comam das árvores e entào questionar porque outros animais que não precisam de pescoço longo o tem. É entrar numa discussão onde cada resposta dada só torna tudo mais frustrante... Nós sempre quisemos fazer de Lost uma série que levantasse questionamentos, do tipo, ‘o que eles quiseram dizer com isso?’ A série não segue o formato tradicional de séries policiais onde no fim alguém basicamente diz: ‘ah, então foi ele que fez isso por conta disso e daquilo, e isso é o que vai acontecer com ele’, ou de uma série de tribunal que não traga ambiguidades. Essa coisa do ‘o que eles quiseram dizer com isso?’ permanecerá viva muito tempo depois do fim da série e isso é uma certeza.”

    Cuse: “Temos consciência de que algumas respostas levantarão outras perguntas. Por exemplo, poderão dizer ‘Ok, Jacob obviamente é alguém que foi de grande significado para a mitologia da série, mas quem ocupava esse posto antes de Jacob? Quem criou essa pessoa?’ e por aí vai. Acredito que o público precisa respeitar o fato de que há apenas um limitado conjunto de respostas que podemos dar. E não digo isso porque queiramos fugir da nossa responsabilidade de dar respostas. Vamos responder as perguntas, que para nós, precisam ser respondidas e para as quais achamos ter respostas boas e satisfatórias.

    Sobre o legado que a série vai deixar

    Cuse: “Vamos sair de vista depois do fim da série para evitar a iminente armadilha de ter que dar a interpretação do final. Para nós, um dos elementos mais atraentes de Lost é sua ambiguidade intencional. O fato é que a série é aberta a interpretações e discussões e sentimos que estaríamos prestando um desserviço aos fãs se dissessemos, ‘Não, você tem que olhar para isso dessa forma.’ Isso não contribuiria em nada para a série e para a habilidade das pessoas em interpretá-la como quiserem. O que quero dizer, é que isso é o que gosto de fazer quando leio um bom livro, ou seja, basicamente ser capaz de debater qual é o real significado da história.”

    Sobre a continuidade de Lost depois do último episódio

    Lindelof: “O que estamos prometendo, é que não vamos deixar ganchos no ar para que possamos retomar a história daqui uns dois anos em outro projeto para televisão ou cinema. Nós devemos esse senso de encerramento a nós mesmos, à história e ao público.”

    Cuse: “Vamos dar o final mais complete que pudermos dar à história.”

    Sobre o significado do final em relação à toda a série

    Cuse: “Penso que as pessoas esperam que o último momento, a última imagem da série seja impactante. Muitos parecem querer ver o momento onde de repente se descobre que tudo acontece dentro de um globo de neve, ou aquele em que alguém acorda de um sonho. Seja lá o que for, esse tipo de coisa fica parecendo uma virada que nega ou diminui tudo o que veio antes.”

    Lindelof: “É como se para algumas pessoas que investiram seis anos de suas vidas e mais de 120 horas em Lost, o prêmio final só viesse numa cena de 30 segundos, quando elas finalmente poderiam dizer, ‘isso vai mudar toda a forma como me sinto com relação à série.’”

    Cuse: “Pois é, nós esperamos que não seja assim.”

    Sobre a certeza de que o final trará diferentes reações

    Cuse: “Veremos opiniões diversas e de novo, entendemos que os fãs mais radicais ligados à mitologia podem reagir diferentemente daquelas pessoas que só querem saber se a Kate termina com Jack ou Sawyer. Para nós, a sensação é de que as histórias que serão mais satisfatórias são as dos personagens. Discutindo as várias pontas da mitologia, temos plena consciência de que para aquelas pessoas que são realmente ligadas à esse aspecto, vai ser bem difícil dar respostas completamente suficientes.”

    Lindelof: “Para nós, a série tem sido muito mais sobre a jornada do que sobre o final, e é isso que desejamos para o legado de Lost... O interessante no nosso caso, é que diferente de outras séries como Sopranos por exemplo, onde a grande pergunta perto do final era se Tony iria viver ou morrer, ninguém faz ideia de como será o final. Se fizessemos um concurso agora e pedíssemos para que 100 pessoas resumissem em um parágrafo como pensam que o último episódio de Lost será, teríamos 100 respostas totalmente distintas entre si.”

    Sobre arrependimentos ao longo do caminho

    Cuse: “Não faríamos nada diferente. Todo mundo tem arrependimentos, mas ao mesmo tempo você pode se focar neles como um caminho que leva a lugar nenhum ou não. A jornada da série foi a jornada que a série tinha que ter. Tivemos que ter todos os acertos erros para que pudessemos chegar onde chegamos... Sim, a arquitetura mitológica da série foi construída ao longo da 1ª temporada e entre aquela e a 2ª, mas a jornada daqueles personagens foi algo que evoliu literalmente episódio a episódio. Enxergamos o processo de fazer a série de forma orgânica. Vemos o que acontece e como os personagens reagem uns com os outros, quais relacionamentos estão funcionando e quais não estão. Somos supervisores dessa jornada, mas também temos esse maravilhoso processo de descobrir quem somos, o que é, penso eu, a essência do processo criativo. É quando você atinge aquela transcedência onde a série diz para você o que quer ser e isso é algo que não dá para prever. Portanto, para nós isso é que é divertido.”

    Sobre mudanças baseadas nas reações do público

    Lindelof: “Não há nada na série em que discordemos da reação dos fãs, ou onde tenhamos ficado incrivelmente supresos com a reação. Quando os fãs viram as primeiras participações de Nikki e Paulo, já escrevíamos o último episódio deles, “Exposé”. Se àquela altura os fãs tivessem dito que gostavam dos personagens, talvez pudessemos ter parado e refletido, mas a verdade é que naquela altura nós já havíamos reconhecido que arriscamos uma novidade e ela não tinha dado certo.”

    Cuse: “[Há riscos em não poder esperar a reação dos fãs], e com relação a essa última temporada, quando ela estrear, já estaremos escrevendo o episódio 15 [de um total de 18], portanto não teremos como alterar nada.

    Sobre o que a última temporada traz de novo

    Cuse: “Temos muita fé no que estamos fazendo nessa temporada. Temos como regra fundamental como contadores dessa história, ser ousado, o que nem sempre pode dar certo. Dito isso, nos comprometemos com uma narrativa nessa temporada que é ao mesmo tempo ousada e diferente de tudo o que fizemos antes. E se der certo, será bem empolgante para nós, mesmo que não agrade a todos os gostos."

29 comentários:

Malucom disse...

Essas entrevistas são bacanas, mas já estão ficando repetitivas. Chegamos num ponto onde só falta mesmo assistir! O resto já foi dito e especulado!

Gu disse...

sinceramente, achei essa entrevista muito decepcionante.

o medo de que muitas perguntas ficariam sem resposta infelizmente se confirmou...

não acho que tenha sido um tempo perdido acompanhar a série, mas um sentimento de frustração vai ficar marcado.

Caio disse...

PARTE 2 ... Assim, minha opinião é a de que não devemos frisar nossa atenção apenas na resolução de mistérios e de querer entender tudo, nunca saberemos tudo!!! isso seria incoerente e triste quando concordo plenamente que a história aqui é sobre pessoas; sim pessoas em situações incomuns e muitas de las incomuns por parte delas, da contribuição delas (dessas pessoas). Respeitando a opinião de outros fãs de lost que já postaram aqui e lembrando-se que respeitar nãO é o mesmo que concordar (Mas sim entender e reconhecer que outros tbm tem o direito de expressão, saber o seu lugar e perceber que os outros tmbm tem o seu)discordo que as entrevistas estão ficando repetitivas, posso até engolir que já são 'figurinha marcada', mas todas estas entrevistas convergiram para uma que se destacou sobre todas as outras e que chegou num ápice de informação, e colocação e argumentos, e citações, que a fez se tornar uma obra prima e de referência para toda a temporada que estamos prestes a assitir que é essa entrevista (ainda apenas a 1º parte)a que estes comentarios se destinam. A cada entrevista, cada reafirmaçao - nao responderemos td- a cada cutucada no produtores de Lost, uma coisa ha mais era revelada, os exemplos foram melhorando, as explicaçoes ficando mais concisas e coerentes e como exemplo supremo tivemos ate um spoiler, (apesar do Davi nao o ter considerado como um - na minha opiniao indiretamente e um spoiler, talvez nao tao relevante, mais ainda sim ouve ali uma revelaçao sim!) Nada de o que os números significam, sim como são usados ou seu objetivo de utilização (os caras já deixaram claro, já nos revelaram sobre que prisma nós veremos uma possível explicação sobre o mistério que ronda os números a 5 temporadas.
Ah, para finalizar sugestões que eu espero que sejam relevantes para vc Davi, para o próximo Dudecast (no qual o último foi simples, mas meus parabéns - foi profundo [td que é simples é mais porfundo] Que tal além de um chute como vcs mencionaram no último dudecast sobre o fim da série e além de um apanhado sobre os mistérios que queremos ver respondidos ou pelo menos explorados nesta derradeira temporada, vc s escolherem 3 teorias formuladas por outros fãs sobre o fim, pois laém do nosso exercicio do raciocinio e ressaltando mais uma vez que acima de tudo, Lost é uma série de possibilidades, seria muito interessante ler sobre maneiras diferentes (ou ouvir) pelas quais a série poderia acabar, sobre o prisma de quem correspondeu ao trabalho dos ciadores/produtores e ajudou e tmbm foi uma parte determinante para consolidar Lost como um fênomeno: Os fãs.
Outra sugestão, seria estabelecer algumas coisas ou pontos que deveríamos ter em mente antes do ínicio da série, com o uso de exemplos, fatos ocorridos na própria história da série (Como eu me arrisquei a fazer neste comentário aqui)...
Ah, além de eu ter pensado tmbm que o blog poderia ter um comentarista como se tem em jornais igual o Jornal da Globo, como o Arnaldo Jabor (é claro isso aqui não é um jornal), um comentário mais refinado e mais profundo e que se concentraria em temas específicos e não em cada episódio ou repercusão deste, nada disso... isso cabe a vcs e ao que vcs realizam belamente no dudecast... pra começar, eu amo quando a Juliana dá aquelas gargalhadas e comentários muito pertinentes sobre coisas que não podemos engolir na série, mas que nós amamos!!! Eu acho que um terceiro companheiro seria essencial em prestar serviço aqui no blog e como vcs disseram será apertado esta temporada para vcs, como a viabilização do mundo expandido neste último ano pela mente de alguém que possa compensar a possível e triste deficiência causada por todos nós mortais termos que trabalhar... rs
Tipo poderia ter coisas como: LIgações de um dterminado fato real até chegarmos em algum ponto de Lost, tipo: De anúbis ao monstro de fumaça ou De Osíris a Jacob, sei lá, conexões que abrem a nossa mente e fornecem material para formulação de teorias e expectativas mais perto do que será incorporado neste último ano a série...

Caio disse...

3º PARTE... Ufa!!!

É isso aí, pessoal!
Nada de sofrer antes da hora, pois como certo proverbista antigo disse: "A expectativa adiada faz adoecer o coração".

Desculpe pela minha empolgação.
Davi e Juliana, caso vcs leiam este comentário considerem com carinho minhas sugestões não solicitadas, desculpem caso eu tenha viajado na maionese (o que é fácil quando LOST nos fornece tanto combustível neste sentido,
e eu gostaria caso fosse possível (eu sei, eu devo tá pedindo demais) que a minha dissertação feita aqui, pudesse ganhar espaço em um de seus comentários no próximo dudecast, caso esta mereça e tenha valor agregado nela.
De qualquer maneira, obrigado pelo espaço que vcs nos concedem (Aqui no espaço p/ comentários) sou fã de vcs e da forma descontraída com a qual vcs dirigem o dudecast, além da atualização sempre precoce (pela qual eu sou muito agradecido)aqui no blog sobre informa~ções, amenidadesm spoilers, tudo o que faz de LOST, uma série para entrar na história e mudar a maneira de se contar uma!!!

Meus votos de sucesso,

CAIO PIRETT COSTA - Fã incondicional e racional de LOST.

Caio disse...

1º parte POR CAIO PIRETT COSTA
Davi, realmente independente de qualquer opinião pessoal que qualquer fã de LOST tenha a respeito de tudo o que já foi dito sobre respostas que serão dadas, reações fim de série, decepção em massa, etc..., não há como negar que de todas as entrevistas dadas recentemente, esta se consagra como a mais consistente e na qual se transmite da melhor maneira as expectativas realistas que podemos cultivar (e que por sua vez, deveríamos cultivar com submissão) sobre o fim da série e reconhecermos de uma vez por todas que quando se trata do sobrenatural, do diferente, do divergente e onde brincamos com possibilidades (muitas pelo visto, quando se trata de LOST) nem tudo tem como ser explicado e nem pode ser explicado!!! Fãs que querem saber coisas do tipo: Quem criou o monstro de fumaça? Ou, como veio a existir, em que época? Ou ainda: Pq a estátua foi construída? São aqueles tipos de perguntas que precisam continuar como perguntas pois não estão dentro do que chamo de "campo de contenção" ou dos limites estabelecidos ao longo da jornada onde imersa nessa, caminhos eram escolhidos e outros rejeitados, outros citados, mas não necessariamente referentes ao que realmente interessa "A vida daquelas pessoas". Nós não estamos falando apenas sobre a mitologia da série, eu entendo (aqui já uma opinião pessoal)e considero importante este tipo de entendimento, que o que sempre se falou ou se fez menção na série é sobre a mitologia referente a vida daquelas pessoas, a mitologia em que eles se viram imersos, reavivando medos, construindo conflitos, acentuando relações (Quando Lock por exemplo ajudando o Michael a salvar o Walt do urso polar, este ([Michael] passou a ter uma outra visão do careca), destruindo sonhos ( como a profunda impotência de Juliet a salvar grávidas da ilha [eu considero este fato como parte da mitologia da série] quando se pensa que temos uma estátua na ilha de uma deusa egípcia que portege ás grávidas e tal proteção não se mostrou muito evidente nos casos em que Juliet teve cuidar])em outras palavras, a mitologia com que eles se depararam ao usar do seu próprio livre arbítrio ou a tomar certos caminhos ( por que conhecemos a suposta cabana do Jacob [lá dentro]pois um tal de Ben decidiu mostrar que tinha contato com tal entidade = aqui mitologia e o contexto da vida de um personagem se encontram. assim vemos que a mitologia da série (ou a série é mais dependente ou tudo depende para um fim condizente e franco) é mais dependente do que os personagens são ou nas tramas em que estão e com as posibilidades que tem em sua mão, do que a série ser dependente destes mistérios ou de que o trunfo da série se encontra nesta mitologia=mistérios. isso não condiz com os momentos selecionados que eu citei acima e muito menos quando no último dudecast foi citado que sei lá (chutando aproximadamente), 67% das pessoas decidiram assistir a série depois de Walkabout. Foi mais decisivo a trama em que um personagem estava inserido e como esta era forte, do que o fato de Locke ter voltado a andar na ilha; diante da história apresentada naquele episódio, Locke voltar a andar é apenas o tempero da história. Sim este "tempero" merece todo o crédito, não podemos comparar Sazon com um outro qualquer, se é que vcs me entendem.
Mas não é só o tempero que decide o sucesso do prato. A disposição dos elementos no prato, ou quao atraente o prato é aos olhos, elementos surpresas no prato ou uma maneira diferente de prepará-lo. quando considermaos todos estes fatores, preparação, disposição, etc..., vemos que o tempero é apenas uma parte muito irrelevante se estiver sozinho e na falta da companhia de todo o resto.

Alexandre disse...

Com todo o respeito, desde o início, o marketing e as estratégias de roteiro de Lost estiveram ligadas totalmente com os "mistérios" da Ilha. Obviamente os "mistérios" da Ilha só existem, na narrativa de Lost, porque há personagens que reagem e são sujeitos dessas "propriedades". Urso Polar, Iniciativa Dharma, Viagem no tempo, Outros, Jacob, Men In Black, Números, Christian Sheppard, Libby, a "cura"...como isso não motivou tanta gente a assistir, junto com todo o resto?
Se não fosse isso, a história de Kate e Sawyer poderia ser uma série policial estilo Prision Break, a de Hurley e Locke poderia ser um "drama de superação", e Jack Sheppard poderia estar no lugar de Luka Kovacs em E.R. O que os faz especiais é a a ligação intrínseca que a vida deles tem com a Ilha, com Jacob, etc. Deixar isso de lado, pelos produtores, é meio que brincar com a audiência que foi totalmente cativada pelos mistérios.
Alguém ficaria realmente feliz com a série se soubesse que Jim e Sun viveram felizes para sempre, ou Aaron reencontrou sua mãe, ou sobre Jack e Kate, e não tivesse houvesse ligação disso com respostas como, "o que afinal faz da Ilha especial", "quem exatamente são os outros" ? Acredito que para a grande maioria a resposta é não.
Abraços

Robert disse...

Eu acho que a última imagem do último episódio vai ser do olho do Jack se fechando, deitadão em algum lugar, descansando de sua longa jornada de seis temporadas.

Mister Ale disse...

Caro Caio,

endosso suas palavras as minhas quanto as sugestões sobre teorias feitas pelos espectadores sobre como deve ser o final da série.

Aqui como aperitivo, encarnando Hurley e suas piadas, convido-lhe a pensar sobre qual é o papel da bússola que pertence a Locke/Alpert. Afinal, quem deu a bússola primeiro?

Temos que acreditar nos produtores, ou seja, saber ler as entrelinhas...

Abraços

Gabriel disse...

esse papo de que lost é uma serie sobre pessoas, que o que importa sao os destinos de cada um nao cola!!!LOST so é o que é por causa dos misterios, so tomou as proporcoes que tomou por causa deles. Seria uma sacanagem imensa se nao dessem respostas satisfatorias as perguntas que eles mesmos criaram. Se nao seria facil criar uma serie assim, invento um monte de coisa que nen eu sei o que sgnifica e jogo p/ vcs assitirem. Sem misterios, LOST nao passaria de um Brothers and Sisters!!

Marília Teive disse...

Também concordo que a série, apesar da importância dos personagens e de seus carismas, foi e ainda é construída tendo como base mistério que se desenvolve a cada capítulo. O que seria de Locke se não tivesse se mostrado desde o início um homem repleto de mistérios e que aparentava saber exatamente onde estava no meio de todo aquele caos? Será que Desmond seria tão amado se não fosse "especial"? Enfim, os personagens são ótimos e suas histórias também mas o mistério que cada um carrega e que misteriosamente interage com o mistério dos outros personagens é o que faz a série ser diferente. Recentemente defendi minha monografia de especialização que teve como tema "Lost" (sim, eu sou uma fã incondicional...) e falei exatamente sobre as imagens de Lost e o mistério que eles trazem. Procurei mostrar como Lost traz segredos até em suas imagens. É o mistério que trouxe a maioria até aqui...

Josimar disse...

Quem acompanha alguma história de televisão por causa do destino que vão ter os personagens é fã de novela

Anderson Lima disse...

Com certeza, LOST foi cativante desde o início, mas principalmente pelos mistérios da ilha. Lembro na primeira temporada, onde a história dos personagens eram contadas e víamos que todos eram ligados de alguma forma. Contudo, isso foi ficando em segundo plano quando a história da ILHA começou a ser contada.
Na minha opinião, os produtores estão deixando-nos preocupados de propósito. Essa explicação de que LOST é, antes de tudo, uma série de pessoas, realmente não cola.
Mas eu não duvido que o final será ótimo e satisfatório para a grande maioria. Realmente não espero todas as respostas, mas não tenho dúvidas que o principal será respondido.
E com certeza, na minha opinião, o sucesso de LOST se deve, principalmente à história da Ilha (80%) em conjunto com a dos personagens (20%).

Agora falta pouco... não aguento mais... =D

Leandro disse...

Eles não têm capacidade de responder todos os mistérios. Isso é um fato!

Fernando disse...

Concordo com os que defendem a importância dos mistérios de Lost, colocando para um segundo plano o drama pessoal dos personagens...afinal, o enigma que circunda aquele pedaço de terra cercado de água é muito mais interessante do que verificar quem ficará com a Kate.

Só que essa premissa não deve justificar a intenção de que todos os mistérios sejam resolvidos, pois o que realmente cativa na série são os pontos obscuros, os quais inclusive sustentam as intermináveis discussões semanais na internet ao fim de cada episódio.

Temos que renegar essa necessidade por uma história linear e cheia de explicações....pois os mistérios que ficarem serão os nossos únicos legados concretos de Lost.

Felipe Procópio de Moura disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lylo disse...

Sinceramente, também espero que essas entrevistas sejam só para mexer com a ansiedade dos fãs, porque se o final de Lost se basear somente nas histórias de cada persogem vai ser uma decepção total. Tenho esperanças de que tenha havido um acordo geral entre produtores e elenco para que as entrevistas não só não dessem nenhuma dica sobre o final da série, como também não levantassem as expectativas dos fãs com declarações do tipo: "Acabamos de gravar o episódio X, foi sensacional e acabou com muitas dúvidas sobre a mitologia da série..."
Agora, se for realmente por essa linha de raciocínio dessa última entrevista, acho que ficarei com a sensação de que perdi 6 anos da minha vida...

Doraemon disse...

Se os mistérios forem respondidos através das histórias dos personagens, ótimo.

Mas deixar no ar respostas como a do significado dos números, não dá. Do monstro de fumaça, idem.

Tudo bem se forem respostas como a da bússola (ela está em loop temporal... algum deus colocou lá). Mas que tenham uma explicação.

É aquela coisa. O ruim não foi ter explicado A Força. O ruim foi o jeito de explicá-la (midcloreans, bah).

Ainda tenho uma certa fé de que essas declarações sejam jogada para baixar a expectativa do público.

Mas dizer que deixaram a mitologia em segundo plano dá medo (pois é o que eu entendo das declarações deles).

Mas a fé persiste! =)

Caio disse...

1º PARTE...
Pessoal aqui é o "CHATO" do CAIO novamente, fico feliz que haja pessoas que tenham discordado de mim e isso tem de acontecer, tem de existir!!! Pois nessa troca de visões e do que cada um percebe que (uns com olhar mais apurado outros mais com um desejo egoísta (aqui eu me precipito e me retrato, extrapolei um pouco) ou em outra palavras, pra não pegar pesado, já que é o objetivo aqui não é trocar ofensas, mas sim, experiências vívidas proporcionadas pelo mundo da série, outros tem uma percepção mais conservadorista ou mais focada nos pregos de uma estrutura de alvenaria [tal estrutura seria a base sobre qual a série foi construída e os pregos o reforço ou o que fixa a trama e que a permite se auto sustentar e continuar a crescer = mistérios; pregos= mistérios]do que na estrutura em si, esquecendo que os pregos só "reforçam" a estrutura e dão vazão para que ela continue a crescer, mas eles só existem por algo tem que ficar firmemente estabelecido ou agrupado ou em ligação para que a estrutura possa subir para cima, como se fosse um prédio. Este algo ou esta estrutura = a história individual de cada personagem, com seus dramas, momentos, e enredos, como a história destes dentro de um contexto coletivo é o importante e de primazia, os pregos só mantem tudo isso de pé e unido. O que trasnforma a vida pessoal de cada personagem (uma viga da estrutura) diretamente ligada ou indiretamnete e sem consciência dos mesmos por meio de um mistério. Exemplos: Não deixa de ser um mistério e que por ser um mistério (um prego) liga a vida de um personagem com a do outro, ainda que seja apenas uma ligação, o fato de Saywer ter tido uma conversa com o Christian, e mais tarde tal ligação proporcionar a auto sustentação da trama quando Jack percebe que tem algo em comum, ainda que não queira, com Saywer (Saywer havia conversado com o seu pai) uma conversa até amistosa "algo" que talvez Jack nunca tenha tido com o seu próprio pai. Este mistério (coincidências) fez uma ligação entre duas vidas de dois personagens e mais tarde permitiu que a história se convergisse numa conversa entre Jack e Saywer, a qual eu considero muito significativa. Mais exemplos: Desmond e Jack, antes de se reencontrarem e se reconhecerem na ilha; O mistério da existência de Jacob (mais um prego, quase um ferrolho)que liga tanto Locke como Ben, pois os dois não o conheciam e mais tarde tal ausência de contato com Jacob leva Ben a matá-lo; os números liga Hurley a Libby ao ir parar no msmo manicômio, e etc...

Caio disse...

2º PARTE...
Ah, pra finalizar, que se entenda: Sim, os mistérios (os pregos) ajudaram na construção da trama e até a sustentou como da onde os outros vem? Onde foi criado todo um plano, onde a vida dos sobreviventes passou a significar realmente sobreviver: sobreviver aos ataques dos outros... , se eu não me engano no fim da 2º temporada? Conflitos entre o espaço dos outros e o dos losties...Assim que fique claro que eu não estou desmerecendo o poder ilusório, cativante, e aprisionante dos mistérios! Afinal é neles que uma outra viga (possiblidade ou caminho a ser tomado) pode ser ligado e a história pode continuar a crescer... mas, nem todos os pregos são tão resistentes para ligar vigas ou prender vigas que estão além de sua praticidade e funcionalidade.
Por exemplo, o pessoal fala, fala, fala sobre os mistérios que querem ver respondidos, mas até hj pelo mesmo, de tds pedidos eu não vi nenhum que endosse a relevância do Walt ter poderes ou ser especial. Foi um caminho explorado até certo ponto pelos pordutores, mas que a sua descontinuação fica clara nas seguintes 3 temporadas após o final da segunda. Este mistério ficou é uma pedra bruta que não foi lapidada e nem mesmo quando Locke vistia Walt na 5º temporada se vê uma preocupação expressiva e clara dos produtores no interesse de explorar um mistério há tento tempo, ou prego, enferrujado. Foi tipo uma jogada: Há, Locke não é um masoquista sem sentimentos... o Walt foi alguém muito importante pra ele [qunado o Locke na verdade foi mais importante para o Walt do que o contrário] vcs percebem como a abordagem da relação existente entre esses dois personagens mudou drasticamente da apresentada na 1º temporada e foi só para dizer Walt está bem, e tem um acida normal? Há, e continua a ser especial? Não estou dizendo que o mistério referente a Walt não vá ser explorado na última temporada, mas este mistério não tem mais o poder ou capacidade narrativa de de fazer ligações e se desenvolver uma sustentação de núcleo que se equivala e se encaixe como um dos raios da cincunferência que chamamos de a baTALHA entre o bem e o mal.. Não compartilho da ideia de que os pordutores considerem tal mistério como relevante quando ninguém faz mnção deste e muito menos quando temos mistérios mais revelantes a ser explorados e que tiveram um desenvolvimento ou foi de meada já construído pronto para chegar e ser usado na last season. Walt e o seu 'sou especial' é um prego que não permaneceu na estrutura, caiu em esquecimento, e que é apenas um mistério "Walt era especial" "Walt tinha as mesmasm possibilidades de ser usado pela ilha como John Locke está sendo" Foi aquele mistério para dizer: "locke não é o único no mundo, também temos Walt, mas quem ganhou a mega-sena foi Locke".. e Walt caiu no esquecimento... uM pasado remoto da história desses sobreviventes e ronda uma vertigem...

Caio disse...

3º PARTE...
Perceba tmbm que nas duas primeiras temporadas cada episódio ou em me´dia a cad a3 episódios ou em comparação com as outras temporadas os produtores nos apresentam como que o que elsw irima usar pra soldar a trama ou com o auxílio de que ou com que inspiração ou ainda com que mata lacunas, espaços existentes entre um núcleo e outro ou a vida de um com realação a outro, para mais tarde convergir a história da série numa história universal. Eis os materias apresentados da construção de Lost nas 2 primeiras temporadas!!! Pregos=mistérios e massa tmbm= fechar buracos que não serima explorados e o que não é explorado, se desconhece, o que se desconhece é um mistério, tipo um aviso bem claro de: "Aqui jaz um caminho por onde a série poderia ter seguido..." Apartir da 3º temporada começamos a ver que tendo os materiais na mão (apresentados nas duas temproadas anteriores) os caras podem começar a construir e poder manter a construção rumando num mesmo caminho ao tpo dos céus: O máximo que a história de pessoas podem chegar perto do sobrenatural, do insano, e de como aquilo reflete o real ainda assim. Há aprtir da 3º temproada uma mudança de foco, concentra-se mais no desenvolvimento da trama, do que da importância dos mistérios,... e els vem naturalmente... Se dois novos mistérios nasceram na 3º temporada, acho que foi só!!!

Caio disse...

4º PARTE... (FINAL)
mas veja o quanto em termos de his´toria a série cresceu na 3º temporada no que chamo de uma temporada de transição e depois mistérios automaticamente vão sendo respondidos dentro do desenvolvimento do que aquelas pessoas estão vivenciando...
Assim, sim, ouve um marketing muito grande com relação ou focado nos mistérios lá na 1º e ainda na 2º temporada, mas com o declínio dos fãs, quem continuou foi pela força emotiva e bem entrelaçada e costurada da história daquelas pessoas e deu-se tanto importância ao que td aquilo significa na vida (na história) daquelas pessoas, que a audiência continuou a decair enquanto as respostas a mistérios não apareciam, e a história se desenrolava e as tramas muito bem criadas pareciam repetitivas e "enche linguiça" pois não levavam a nada, achavam boa parte da audiência, não levava aos mistérios... E este foi o maior erro destas pessoas: elas conseguem esperar até o fim de um episódio de 45 min. de CSI para obter as respostas de um caso investigativo e não deixa de ter suas interrogações=mistérios. Conseguem assistir a um filme de quase 3 horas do Sherlock Holmes para ver a resposta a todos aqueles mis´terios muito óbvios durante toda a trama, masn não conseguem ver a obviedade de que LOST no mundo das séries é um prédio de sustentação impar: Todos os pregos cairam e a estrutura ficará de pé, pois terão se fundido. Aquelas pessoas que desisitiram achavam que LOST era o mis´terio ou era uma série de mis´terios, e virão quwe não era. E sim que os misterios estão envoltos em Lost (fazem parte dele) não que Lost está envolto neles (Lost faz parte deles).
Assim a série evoluiu.A trama ganhou autonomia e não necessita da manutenção constante feita com o uso de mis´terios, sim ouve uma reviravolta: Os mis´terios precisam da manutenção da trama, da his´toria que nos guia para um fim e que ali e acóla precisa´ra de um prego ou outro ou de pregos mais reforçados= mistérios revelados.

Boa noite amigos

CAIO PIRETT COSTA

Caio disse...

5º |PARTE... (EXTRA)
Opa eu não quiz indicar ou manifestar a ideia de que o fim de lOST vai se basear só na história de cada personagem ou dos personagens em si, eu disse que no pé em que estamos agora a série depende mais do narrativo (a história dels) do que do questionativo (os mis´terios),
LOST ultrapassou uma barreira, hj a série tem mais poder e peso narrativamente ou seja: a história desenvolvida consegue competir com a força de atração que os mis´terios tem sobre o consciente/inconsciente e imaginativo das pessoas...
Fui

CAIO PIRETT COSTA

Anderson Lima disse...

Discordando de Caio...

As duas primeiras temporadas realmente nos jogavam a pergunta: "nossa... qual a ligação deles?". Mas foram os próprios produtores que começaram com toda a história da Dharma, dos Outros, da mitologia e tudo mais.
Os mistérios, como disse acima, correspondem a 80% do sucesso de Lost, isso é inegável. Na primeira temporada mesmo, eles já mostraram isso, colocando aquele monstro de fumaça.
Agora que a 6ª temporada não pode ser apenas de respostas é um fato. A temporada final precisa de um desenvolvimento conciso e nos mostrar realmente o que acontecerá com os personagens. Mas de maneira alguma essa é a resposta principal.
Todos querem saber o que é a ilha, o que é o monstro, quem são os outros, quem é Jacob, por que Richard não envelhece...
Já foram 5 temporadas e tenho certeza que ainda não há ninguém (excetuando-se os produtores, é óbvio) que pode responder a perguntas do tipo:
1 - O que é a ilha?
2 - Como será o final de Lost?
E porque isso? Isso porque, através dos mistérios - e não simplesmente da história dos personagens - os produtores conseguiram nos "pregar no sofá", jogando, praticamente a cada episódio, inúmeras perguntas, principalmente através dos mistérios da ilha.
Muitas perguntas sobre a vida dos personagens já foram respondidas e, sinceramente, no momento pouco me importa o passado deles. O que eu quero mesmo agora é descobrir quem é Jacob... o outro cara esquisito... quem está chegando... o que é o monstro de fumaça... o que é a ilha... quem são os outros... quem construiu aquela estátua... por que sun não foi para o passado com os outros... se todos tinham que voltar, por que não foi necessária a volta de Aaron e Desmond... quem construiu aquele pêndulo... por que Christian fala por Jacob... por que Richard não envelhece... quem deu a bússola primeiro (uma explicação plausível)... o que houve com as crianças... por que Walt sempre foi "diferente"... como eles levaram os ursos polares para a ilha... e eu poderia continuar uma lista gigante aqui...
História dos personagens? Vamos fazer assim... se sobrar um tempo eles respondem mais do passado...
=D

Davi Garcia disse...

Uau! Que empolgação, hein Caio?! Hehehe. Muito legal isso. Obrigado por contribuir para as boas e apaixonadas discussões que só Lost proporciona :)

Abração!

Caio disse...

CAIO Continua e percebe:

Pessoal fica claro que o embate fé e razão tão explorado na 1º, 4º e revisitado na 5º temporada da série transcedeu a telinha da tv e divide agora as opiniões dos fãs de LOST também [ou divide os fãs de LOST em dois grupos distintos]. Uns primam pela fé (Coisas aparentemente inexplicáveis tem uma explicação plausível e compreeensível ao nosso ego [não a nossa mente, o que seria muito mais díficil]ou coisas inexplicáveis e que nos deixam com os cabelos em pé são mais importantes do que a razão = mistérios). Enquanto outros (o grupo ao qual eu pertenço) primam pela razão ( a história dos personagens hoje tem um poder muito mais persuasivo e atrativo do que os próprios mistérios em si, como se os mistérios fossem apenas as velinhas de um bolo de aniversário e o bolo é claro são a trama referente a vida daquelas pessoas. Depois de ter servido ao seu próposito, as velas se apagam. Mas o bolo continua lá. Depois de resolvidos, os mistérios se evaporam tão rápido quanto aQUELASs velas se apagaM E O que sobra e á história daqueles personagens e que rumo tomaram apartir do ponto que algo foi solucionado. Sinceramente, não acredito como escritor, que até os últimos 5 minutos da série, no último epi´sodio veremos ainda um mis´terio ou outro sendo resolvido, mas antes, argumentos não me faltam para creditar confiança de que uma trama, apenas uma trama, independente de pregos, velas e tempero pode dar conta de nos imprssionar muito mais do que qualquer mistério já congitado, já resolvido, já dissolvido.
Assim, nos dividimos em dois grupos, como aquelas pessoas na 4] temporada se diviriram explicitamente e visivelmente entre a voz da razão (jack) e a voz que conduz a fé (locke). Eu ficarei coma voz da razão, com uma fé equilibrada, e não cega, que levou a um fim dra´stico John Locke. fico com Jack, pois afinal, el ainda está vivo e está com muito mais c´redito do que John que nem sabia em que sua fé se baseava. Fico com a fé (a razão, que tmbm não deixa de ter fé, mais uma fé de expectaitvas realistas)confiando no poder que a história daquelas pessoas sem qualquer maquiagem, e recheio, tem de marcar profundamente nossas vidas até o fim!!!
OBS: Notei que todos que tem argumentado a favor da fé, só se embasam em algo desnvolvido e criado especificamente para o começo da série, a 1º temporada, o destaque que els deram para os mistérios... Mas acredito que vcs pararam nisso e que para vcs este é o último e mais recente fato com respeito a nossa série maravilhosa. Lembrem-se muita coisa mudou. A abordagem da série mudou. E se a história dessas pessoas, for sem sabermos e independente de todos os outros mis´terios que já conhecemos ou já ouvimos falar, for realmente ou nos surpreeender como o maior mis´terio da série, o que permeiou toda ela? Já pararam para pensar nisso?

Abraços,
e continuemos nessa frenesi, pois a temporada já vai começar!!!

Caio disse...

obrigado Davi, e nessa história toda ao que será dado maior importância ou será crucial na visão dos produtores para o fim da série (fé x razão = mistérios x a história daquelas pessoas, que tal vc se posicionar tmbm, temos com certeza em alta conta um comentário seu acerca de uma questão que está pegando fogo aqui no blog. Esperamos sua manisfestação, quando for possível é claro!!!

Ou só veremos algo a respeito no próximo dudecast?

De qualquer maneira, seu comentário será muito bem vindo, afinal o blog é seu!!!

rs, muitos rs,

Abraços e LOST já bate ás portas...


CAIO PIRETT COSTA

Fagner disse...

Medo...

Tudo leva a crer que a última temporada será um total descaso com os fãs...

O final de Battlestar Gallactica parece ser mais esclarecedor que o de LOST...

E ISSO ME CAUSA ARREPIOS

Josimar disse...

eu também tenho medo do final de Lost, muito porque durante a exibição teve muitas coisas que não bateram e promessas quebradas

mas eu acho que tb isso tudo pode ser mesmo coisa do passado, já que é obivio que os produtores-roteiristas foram obrigados a fazer um Lost mais popular pra ganhar audiencia e vender subprodutos

Acho que agora que está provado que esse caminho de lost mais popular não funciona e que o final já tá aí mesmo, eu acho que eles devem fazer um final que nem responda tudo e nem deixe de responder

Mas a unica cosia que poderia fazer isso funcionar é colocar tudo isso como se fosse toda uma situação duvidosa, por isso que eu acho que no final eles devem sair da ilha e vão acabar sem saber se eles viveram uma coisa verdadeira ou não

Ai vai ter gente teorizando por muitos anos dizendo se era uma realidade paralela, se era um sonho, se era alucinação coletiva, se eles foram para um lugar místico, se foram ligados numa maquina tipo matrix... essas coisas

- disse...

Esse papo de que "Lost é sobre os personagens" é a maior balela. Se fosse mesmo sobre os personagens já tinham respondido todos os enigmas, que seriam apenas um acessório.

Vejam o BBB, por exemplo. Um monte de gente assiste sem ter mistério nenhum. Esse sim é um show só sobre pessoas.

Lost é 90% sobre os mistérios, só não querem admitir isso porque não bolaram respostas boas pros enigmas que eles mesmos criaram e tem vergonha de admitir.