29/06/2006

Emilie de Ravin se casa

Emilie de Ravin, umas das estrelas de Lost no papel da doce Claire, casou-se com o ator Josh Janowicz na 2ª feira em Melbourne, Australia, segundo a revista People.

Esse é o primeiro casamento dos dois que tem 24 anos. O casal se conheceu através de amigos, de Ravin havia dito à People em março, “que é a melhor maneira de se conhecer alguém, não é? Estamos juntos a quase quatro anos.”

De Ravin acrescentou que sempre desejou em fazer um casamento pequeno sem ostentações. “Eu nunca faria um mega casament”, ela diz. “Esse não é o estilo de nenhum de nós dois. Somos muto discretos.”

De fato, o agente da atriz, Jeff Raymond, disse à People que pelo que sabia, nenhum de seus colegas de elenco estavam presentes nas discretas núpcias do casal.

Australiana de origem, de Ravin vive hoje em Los Angeles com Janowicz e na constante ‘ponte-aérea’ entre a Califórnia e o Havaí, onde estão os sets de Lost.

“L.A. é onde minha vida está agora,”ela contou à People no ano passado. “Temos uma casa e cachorros. Sou muito caseira, então significa muito para mim estar em casa. Todos (na série) são muito compreeensivos. Eles sabem que se estivessem na minha situação fariam a mesma coisa.”

Ambos os atores recentemente tiveram papéis em filmes indies, De Ravin em Brick e Janowicz em The Chumscrubber.

Felicidades ao casal então né?

26/06/2006

Comentários S02E16 "The Whole Truth"


E eis um belo episódio. Ok, é óbvio que esse "The Whole Truth" não trouxe nenhuma grande novidade para a trama da série, mas gostei bastante de poder entender um pouco mais sobre o relacionamento de Jin e Sun. O bacana de Lost, além dos mistérios, é exatamente poder conhecer as personagens e compreender como ou porque agem desse ou daquele jeito. E se tratando desse casal em específico é ainda mais legal porque geralmente nós ocidentais tendemos a ter uma visão esteriotipada dos orientais e o episódio explorou muito bem isso, até mesmo ajudando a desmistificar a questão.
Mas atendo-me ao episódio o quadro que temos agora é Sun grávida, sendo que o Jin era estéril. O que aconteceu foi um milagre pura e simplesmente ou é mais um mistério da ilha? É cedo pra definirmos ao certo, mas acho que esse novo elemento pode render suposições interessantes. Por exemplo: se cada temporada continuar cobrindo cerca de 40 dias e se Lost tiver mesmo de 6 a 8 temporadas, o bebê não nasce dentro do período completo de gestação. Contudo se a série der um salto no tempo, a coisa pode tomar um rumo semelhante ao que aconteceu com a Claire, quem sabe com a Sun até mesmo tornando-se alvo de experiências por parte dos 'Outros'. Seja o que for só nos resta esperar.
Sobre os outros aspectos desse episódio, me pareceu que Henry cada vez mais se confirma como manipulador nato. Se lembrarmos o que ele fez com Locke no ep 2x15 e o que ele faz no final desse episódio, fica meio evidente que ele ou é realmente alguém com algo a esconder ou então um sujeito que não tem medo de "brincar" com seus captores. Seja o que for, é bem provável que daqui 2 ou 3 episódios as coisas fiquem mais claras. Vale lembrar que pelas fotos promocionais que já pudemos ver aqui mesmo no blog, o suposto balão do Henry será encontrado pelo trio Sayid, Ana Lucia e Charlie. Seja qual for o significado da descoberta do balão, para mim fica a supeita de que o Henry deve ter algo a ver com a entrega de mantimentos na ilha, até porque a 'surpresa' dele ao ver o ceral por exemplo me soou forçada (o cara sequer pergunta o que é marca Dharma da caixa).
E a Ana Lucia, hein?! Impressão minha ou estão tentando suavizar a personagem? Será proposital, ou apenas um caminho natural dentro dos acontecimentos? Ela pedindo desculpas ao Sayid (de novo)? Tratando bem o Henry? Seja lá qual for o próposito disso não tenho do que reclamar na verdade pelo simples fato de que sempre fui indiferente à personagem (pelo menos até agora). Fui só eu ou vocês também sentiram falta da Claire e do Eko nesse episódio. Não apareceram nem de relance... O que não faltou claro foi Sawyer mais uma vez apelidando alguém (a 'vítima' da vez foi a Sun - Sunshine) e um novo livro surgindo (Judy Blume) que certamente vai render especulação sobre o que trata. Aliás a fila de autores querendo ter o livro mostrado na série deve ser gigante não?
Bem, agora é esperar 1 semaninha pelo Lockdown, episódio que promete revelar porque ou como o Locke ficou paralitico. Até.
Por Davi Garcia

Mais Fotos...

Image Hosted by ImageShack.us


Matthew Fox na revista "DWEB: La Repubblica Delle Donne"

Mais Fotos


Image Hosted by ImageShack.us

Mais duas fotos de Matthew Fox nas filmagens de "Vantage Point"

Fotos Aqui


Image Hosted by ImageShack.us


Naveen Andrews e sua namorada e Jorge Garcia fazendo algumas ligações...

Mais Fotos

24/06/2006

Fotos, Fotos e Mais Fotos

Image Hosted by ImageShack.us

Daniel Dae Kim, Harold Perrineau, Michelle Rodriguez, Evangeline Lilly e Naveen Andrews

Mais Fotos


Image Hosted by ImageShack.us

Ensaio fotografico com Emilie de Ravin

Mais Fotos


Image Hosted by ImageShack.us

Matthew Fox nas filmagens de "Vantage Point"

Mais Fotos


Image Hosted by ImageShack.us

Mais fotos de Matthew Fox nas filmagens de "We Are Marshall"

Mais Fotos

22/06/2006

Bad Twin já é um bestseller

Do http://books.monstersandcritics.com

LOS ANGELES, CA -- 'Bad Twin,' o livro ligado à série Lost não tem alguns dos elementos que os escritores da série esperavam.

O livro foi publicado pela Hyperion Books no início de maio, escrito por Laurence Shames sob o pseudônimo de Gary Troup, em uma grande campanha feita para chamar a atenção da obsessiva e interessada legião de fãs da série sensação do momento, reportou o The Daily Variety na última quarta-feira.

Informações dão conta de que o autor colocou no papel sua própria visão e incluiu apenas alguns dos elementos fornecidos pelos escritores de Lost.

Os roteiristas da série incluiram Troup como personagem da série, um passageiro que não sobreviveu à queda do vôo 815 e que deixou o manuscrito. Essa simples conexão fez os fãs correrem às livrarias à procura de pistas para os mistérios da série catapultando o livro em várias listas de bestsellers.

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Enquanto isso, nós fãs brasileiros seguimos curiosos para saber se o burburinho se justifica.

21/06/2006

Estrela de Lost desejando Farrell

Do Sun Online

A atriz de Lost Michelle Rodriguez está desesperada para por as mãos no galã Colin Farrel.

A jovem atriz, que recentemente cumpriu duas sentenças diferentes de prisão por violar a condicional e também por dirigir alcoolizada, acha que pode ser o par perfeito para o bad boy Colin.

Ela diz: “Estou de olho nele. O tipo de pessoa que me interessa são as de espíritos livres, pessoas que vão correr nuas pela praia comigo e não vão se importar se alguém estiver olhando.”

Será que Michelão estava sóbria quando disse isso?!

Veterano de Lost em ‘Marco Polo’

Do Zap2It

Marco Polo, o legendário aventureiro italiano será tema de uma minisérie estrelando o galã e ex-astro de Lost Ian Somerhalder, que fará o papel de Polo contando com os atores Brian Dennehy e B.D. Wong em papéis coadjuvantes.

A minisérie sobre o explorador veneziano, será produzida pela RHI Entertainment, de acordo com o The Hollywood Reporter. O filme, atualmente sendo rodado na China, ainda não fechou acordo com nenhuma rede de tv para sua exibição.

Escrito por Ron Hutchinson (“Os Dez Mandamentos” exibido nesse ano pela rede ABC), “Marco Polo”conta a história do viajante do século 13 e sua jornada à Mongólia e o período que passou no reino de Kublai Khan.

Wong fará o servo de Polo, enquanto Dennehy co-estrela como Kublai Khan, também de acordo com o Hollywood Reporter.

Em adição a seu crédito em Lost, Somerhalder apareceu na telinha em “Smallvile” e “Young American”. Seu próximo trabalho é o futuro remake de “Pulse”.

20/06/2006

3° Temporada: Primeiros Boatos sobre os Episódios

Já estão rolando pelos fóruns os primeiros boatos sobre a terceira temporada. Segundo o site Lost-Media, estes seriam os títulos e os respectivos flashbacks dos seis primeiros episódios:

[03x01] The Road Less Traveled
4 October 2006
Flashback: Jack Shephard
Autor: Damon Lindelof

[03x02] Somewhere Only We Know
11 October 2006
Flashback: Kate Austen
Autor: Edward Kitsis and Carlton Cuse

[03x03] Scorched
18 October 2006
Flashback: James "Sawyer" Ford
Autor: Carlton Cuse

[03x04] Was Blind, But Now I See
25 October 2006
Flashback: Mr. Eko Tundi
Autor: Adam Horowitz

[03x05] Buried Alive
1 November 2006
Flashback: John Locke
Autor: Damon Lindelof

[03x06] The Way We Were
8 November 2006
Flashback: Tom "Zeke" Patterson
Autor: Carlton Cuse


Lembramos que nada disso foi confirmado oficialmente. Mas, se esses boatos se concretizarem, teremos indícios interessantes sobre a terceira temporada.

Pesquisa: Charles

19/06/2006

Dude! Hurley vai ao cinema!

Juntando-se a um elenco com nomes famosos como Danny DeVito e Matthew Broderick, Jorge Garcia foi anunciado como o mais novo contratado para a comédia Deck the Halls, que traz dois vizinhos em pé de guerra em uma cidade de New England depois que um deles decora sua casa com uma quantidade absurda de luzes que podem ser vistas do espaço!

Jorge Garcia, o carismático Hurley de Lost, vai interpretar Wallace, um personagem que está constantemente perturbando a vida do personagem de Matthew Broderick segundo a Variety, que também diz que as filmagens já começaram em maio e que o filme será lançado no final do ano.

Garcia que estreou na telona com o terror Pânico na Floresta de 1997, também já fez uma comédia romântica chamada Happily After que nem chegou a ser lançada no Brasil e também poderá ser visto em outra comédia chamada Sweetzer a ser lançada ainda este ano.

Será que ele vai falar "Dude" no filme???

Comentários do episódio 2x15 - "Maternity Leave"

Por Davi Garcia

Excelente episódio, belas revelações e respostas bastante significativas para trama. O 1º flashback já na ilha respondeu não apenas uma, mas duas dúvidas importantes que estavam no ar desde o rapto da Claire na 1ª temporada. A 1ª delas mais óbvia era o que havia acontecido com ela durante o rapto, e a 2ª quem afinal era Ethan.

Depois desse episódio fica bastante evidente que senão tudo, boa parte do que é a ilha pode ser explicado dentro do conceito de uma grande experiência humana. É evidente que os mistérios não se restringirão apenas a isso, mas gostei de saber que o projeto Dharma parece sim ter selecionado boa parte das pessoas que caíram na ilha e a Claire é uma evidência forte disso. Lembram que o 'vidente' já havia dito que ela tinha que estar no vôo 815? Já dá para dizer com absoluta certeza que não era coincidência e que vários deles não cairam ali por mero acaso? À princípio sim, mas os eventos que se desenrolam nos próximos episódios abrem margem à mais dúvidas e suposições instigantes.

E que tal saber que os Outros afinal não apenas são os condutores ativos do que acontece na ilha mas também das experiências desenvolvidas e não se dividem em 2 grupos? Até então pensávamos que Ethan + Goodwin poderiam fazer parte de um outro grupo que não aquele do Zeek/Mr. Friendly, mas depois de vermos o próprio Zeek bem vestido e de barba feita dentro da estação médica dissipa-se essa dúvida ao mesmo tempo que surgem outras novas: O que eles estavam testando na Claire? Por quê afinal eles agiram de forma tão distinta antes e principalmente por quê abandonaram aquela estação???

Será que há mesmo uma infecção na ilha como sempre sustenta a Danielle? Até acredito que sim, mas também acho que os infectados devem ser apenas os considerados 'descartáveis' pelo projeto da Dharma. Aliás falando na francesa, achei bacana terem deixado claro que ela de fato havia ajudado a Claire a fugir. Bacana também foi finalmente ver a Alex que a princípio parece representar algo muito importante para os Outros/Dharma, ao mesmo tempo em que parece ser uma espécie de rebelde do projeto já que inclusive ajudara Claire a escapar.

Finalizando queria comentar sobre o quão fraco o Locke tem se mostrado nos últimos episódios. Cadê aquele sujeito sabichão e seguro de antes? Depois de bater no Charlie e ser enganado pelo Sawyer, ele agora parece ter mordido a isca do Henry que muito claramente dá pistas de também fazer parte da Dharma e é um manipulador excepcional. Mais choques e mistérios à frente? Certamente que sim, e como isso é bom.

15/06/2006

Matthew Fox nas gravações de "We Are Marshall"

Image Hosted by ImageShack.us

Matthew Fox, que interpreta o assistente de treinador Red Dawson, e Robert Patrick, que interpreta o treinador Rick Tolley, trabalham em uma cena de "We Are Marshall" em Clarkston, Geórgia, na tarde de ontem. O filme é um drama baseado em uma história real de uma cidade lutando para se reconstruir após um acidente de avião. Em 1970, enquanto viajavam de volta para casa após um jogo na Carolina do Norte, jogadores e equipe do time Marshall morreram em um acidente áreo.

Mais Fotos Aqui

12/06/2006

Comentários do episódio 2x14 - "One of Them"

Por Davi Garcia


Será que depois desse episódio ainda veremos pessoas descontentes com a atual temporada? É provável, mas também é certo afirmar que esses não entendem a que se propõe esta 2ª temporada. Criar mistérios e mais mistérios é chave para o sucesso de uma série de ficção? Claro que sim, mas igualmente o é desenvolver os personagens, criar uma empatia que nos faça querer de fato sentar em frente à tv a cada semana. Sayid sempre foi um dos personagens mais interessantes de Lost, não apenas por sempre mostrar uma força que outros não tem, mas sobretudo por ter (assim como Jin e Sun) uma origem tão díspare dos demais. O que se espera de um iraquiano vivendo no meio de vários ocidentais? À primeira vista que ele seja simplesmente um radical bárbaro nutrindo ódio ferrenho por americanos. Felizmente Sayid é muito mais que qualquer esteriótipo barato e o flashback mostra mais uma vez que assim como os outros losties, ele é alguém atormentado pelo passado (assim como o são Sawyer, Locke, Kate, Ana Lucia...) e o que melhor, um cara super humano.

Interessante também foi a entrada do novo personagem. Afinal o tal Henry é um Outro? Tal qual Sayid desde já aposto que sim, mas se ele faz parte do grupo do Zeek (Mr. Friendly), ou não, é cedo pra dizer. Aliás lembram do ator no filme Jogos Mortais? Pois é, mais uma porta na trama se abrindo com esse personagem se juntando ao elenco. Isso sem contar que a Danielle deu as caras novamente e no próximo episódio veremos a estação médica da Dharma onde provavelmente a Claire sofreu algum tipo de teste, no que aliás vai render o 1º flashback já na ilha e que também trará Ethan de volta em flash claro.

E o contador que finalmente zerou hein?! Ok, eu sei que não zerou de verdade (ainda) mas desde já estou intrigado sobre o significado daqueles símbolos que a princípio me remetem a hieróglifos egípcios que segundo alguns entendidos significam morte! O que esperar disso? Sintam-se à vontade para especular. Sobre o lance do sapinho confesso que não vejo qualquer outra justificativa daquilo senão a de mostrar finalmente porque o Hurley não perde peso. Menos um mistério na série :P E que sapinho barulhento não? Sawyer e Hurley andaram bem mata adentro e o barulho persistia. Imaginem se vários deles resolvem ‘atacar’ o acampamento. Tá, parei.

Agora para finalizar, vale lembrar que mais uma relação entre os personagens se estebeleceu. O padrasto da Kate no mesmo caminhão de comboio do exército americano em que o Sayid fora levado. E pode ser besteira minha, mas lembram que o Sayid já aparecera na tv em uma cena do episódio 2x09 What Kate Did quando a Kate foi visitar o padrasto em um centro de recrutamento? Quantas vezes o Sayid foi preso pelos americanos afinal e por quê? Ah, e pretem atenção no oficial americano que deixa Sayid na estrada, algo interessante envolvendo-o virá.

Lost em Mobisódios

Seguindo a onde de outras séries de sucesso, Lost também prepara o lançamento de "Mobisódios" (episódios feitos especialmente para celulares). Segundo a reportagem de Lúcio Neves (Folha de São Paulo, 12/06/2006), no final deste ano "Lost" migrará para os celulares americanos. Com duração entre dois e três minutos, os "mobisódios" trarão os mesmos personagens da matriz televisiva. A direção de marketing da Disney (produtora da série) no Brasil informou já ter iniciado conversas com empresas de telefonia para distribuir o conteúdo no país. No entanto, não há previsão de lançamento.
Vamos aguardar mais esta novidade de Lost!
Pesquisa por Sonia Esteves

Feliz Dia dos Namorados!

Dia dos namorados... e o amor está no ar! Para celebrar a data Dude apresenta... Caroline Thomé! E o tema de hoje... o amor!!!! Ou melhor... "Perdidos de Amor"!
--------------------------------------------

ATENÇÃO


O texto só contém informações relacionadas às situações mostradas até agora no Canal AXN. Spoiler para quem assiste na GLOBO.
--------------------------------------------


“Perdidos” de Amor
* Por Caroline Thomé


E estamos aí em mais um Dia dos Namorados. Quem é que não gosta de romance? Mesmo lá no fundo, por trás de máscaras de independência, mentes liberais, falsa pose de “estou bem sozinho” e machismo, homens e mulheres de todo o mundo são apaixonados por relacionamentos, tramas, possibilidades amorosas... Gosto bastante de uma passagem do filme “Simplesmente Amor” (recomendo!), em que o Hugh Grant fala que adora aeroportos, pois ali ele percebe que o amor está em todo lugar. Ainda conclui que, das mensagens dos passageiros do vôo que ia atacar o Pentágono, em 11 de setembro, nenhuma era de ódio, todas eram de... AMOR! E partindo disso, sem nenhuma intenção de parecer uma expert em relacionamentos e em amor, é que começo meu primeiro texto aqui no Dude. Sem compromisso, sem pretensões, só analisando como o amor e os casais aparecem na trama de LOST, através de uma visão hipoteticamente realista das situações.
Um dos casais mais “shippados” da série envolvem uma mãe solteira e um ex-astro drogado. Charlie e Claire até nas letras do nome se combinam QUASE perfeitamente. O fato de os dois serem personagens um pouco marginalizados na mini-sociedade de Lost vai na maré da proposição de que a união faz a força. O cuidado do Charlie com a Claire e seu “estado” é o ideal romântico de “alguém pra chamar de meu” (suspiros), esquecendo por um momento a paixão do rapaz por alucinógenos em pó. Aliás, que se esqueçam os detalhes que fazem dos personagens tão complexos, celebrarei somente o amor e seus atrativos nesse texto! Afinal, hoje é o dia mais “EMO” do ano (não chorem).

Dica da Titia: Homens, sejam mais Charlie. Poucas coisas na vida são mais importantes para as mulheres que um rapaz que demonstra preocupação conosco em pequenos gestos. Vide episódio da “Manteiga de Amendoim”. Quem precisa de presente com uma dessas!?


Outro casal que desde o início do seriado gera grandes especulações e torcida é Rose e Bernard. Taxada de louca, a verdade é que a fé dela foi inabalável, e por obra do destino (leia-se roteiristas...) conseguiu reencontrar o marido, mesmo com todas as possibilidades e opiniões dando conta de que isso seria impossível. A certeza que a Rose sempre apresentou de que Bernard estava vivo e que tudo daria certo dá uma idéia de “almas-gêmeas”, de que todos nós temos uma ligação (alô?)... Esperar pelo amor quando só você acredita que ele vai chegar é inspirador tal qual os filmes da Meg Ryan nos bons tempos da comédia romântica!

Dica da Titia: Está só nesse dia dos namorados? Solteira? A amada viajou pra longe, vocês moram em cidades diferentes? Acredite, uma sábia pensadora um dia já cantou: Tudo o que tiver de ser, será. Manter a serenidade nessas horas é primordial pra manter o seu mundo em equilíbrio... Continue fazendo a sua parte, vivendo a tua vida, que o que é nosso sempre tá guardado. AAAH se tá!

O único casal que vemos realmente juntos desde o início do seriado é o dos corenaos Sun e o Jin. Pessoalmente, dos meus casais favoritos, por terem base no clichê que sempre funciona: o do amor que surge entre pessoas de classes sociais diferentes. Soma-se a isso o fator do choque que Sun promove, claramente indo contra as “algemas” tradicionalistas que norteiam a cultura em que o casal está inserido... O respeito que Jin acaba aprendendo a ter em relação à saída dela do casulo (inicialmente à sombra do marido, agora enfermeira, comunicativa, presente). Talvez uma das cenas mais poéticas e representativas desse conceito seja a que ela mergulha no mar, de biquíni... Sem esquecer da despedida pré-jangada... E do reencontro pós-jangada... OooOOoooW!

Dica da Titia: Namorados desse meu Brasil, aprendam a seguinte palavra: CEDER. Um relacionamento se faz com ela. O respeito às diferenças do outro, a aceitação de outras idéias, outra criação, outros hábitos... São dois conjuntos de características (seus e do par) que promovem uma convivência harmônica! Perceba também que existe outro significado pra ceder, mas aí já é outra dica...

Se Jin e Sun demonstram o crescimento individual de um dos dois dentro de uma cultura igual e mesma criação, educação e realidades, temos um casal em LOST que surpreendeu, pois os dois eram exatamente de mundos totalmente opostos.
Sayid é o típico cara “maltratado pela vida”, aos olhos ocidentais. Nasceu num país em que se viu obrigado a entrar para vida militar e conviver com a dureza que ela proporciona. Como desgraça pouca é bobagem, sua amada (Nadia) ainda surge como suspeita de traição, obrigando o soldadinho a trair o país para salvá-la.
E aí chegamos à Shannon, menina mimada, egoísta, chata pra cacete e aproveitadora. E não é que sem maiores explicações práticas, os dois vão se conhecendo, se envolvendo e ficando juntos? E mais. Acabam por ser tornarem a representação mais próximo do clichê “os opostos se atraem” em Lost. E também o casal “beleza não põe mesa” – apesar de eu, pessoalmente, achar Naveen Andrews ‘espadaudíssimo’ de belo.

A química entre os dois também pode ser “explicada”, talvez, por Sayid ser mais velho, e ter um jeitinho de protetor (praticamente um leão com aquelas unhas, mas...), e Shannon por estar ali, totalmente desprotegida e perdida, sem se encaixar na turma... Aí chega o soldadinho sujo e tudo fica colorido! Sem falar que até então, foi o único casal que mostrou “serviço”, se é que vocês me entendem.

Nesse ínterim, a maior conclusão que posso chegar é a seguinte: LOCKE É SANTO ANTÔNIO. Perceba, jovem leitor (a), vendo que seu devoto Boone tava pirando por causa da loirinha, e admitindo que com ele chateado as pesquisas sobre a escotilha não iam pra frente (muito menos o desenvolvimento do casal Shannon + Sayid), Locke deu um chá de “flores” pro rapaz ver, de mágicas maneiras, que Shannon era um atraso na vida dele... Conseqüentemente, juntou o casal mais improvável do seriado, olha que teoria magnífica, hein? Tudo bem que depois o Boone morreu, a Shannon também, mas pô, ele é Santo mas não é Deus, né!
Dica da Titia: Não se deixe levar pelas aparências. Não é motivo pra dispensar aquele rapaz magrelo, ou aquela moça meio gordinha, mas tão simpáticos e atenciosos... Bons relacionamentos ultrapassam até chulés. Nos devidos momentos, claro.


Já sobre Boone... Bem, é um pobre diabo. Facilmente manipulável, por todo mundo... Primeiro pela mãe, que o convenceu a trabalhar no ramo de casamentos. Depois pela Shannon, sempre pedindo arrego e ele indo atrás. Na ilha, pelo Locke e mistérios que ele nem sabia o que significavam, mas estava lá Boone e sua presença quase serviçal. Uma mala dessas tinha que morrer mesmo! Ninguém merece um capacho sem personalidade. Quem já foi um, sabe que isso não constrói relacionamentos, amorosos ou de amizade. Quem já teve um ao lado sabe que quem não se valoriza, acaba desvalorizado... Uma hora cansa, mesmo sendo conveniente. Em resumo, daquele avião caiu uma grande Samsonite.

Dica da Titia: Boones do mundo, ninguém precisa de alguém pra ser totalmente feliz. Felicidade é algo que vem de dentro e é pessoal, não é algo ou alguém que vai te oferecer. Lógico que um namorado (a) e ganhar na loteria são coisas que facilitam, mas assim como no jogo, ninguém ganha se não jogar os números certos... Ame-se primeiro pra ser amado. (Essa comparação com os jogos foi breeeeeeeeeeeeeega!)


E enfim chegamos no triângulo amoroso das Bermudas, ao qual eu carinhosamente chamo de DjeKeitSóia. Claramente Sawyer e Kate são levados por sentimentos carnais, ou de “pele”... Uma atração até esperada, levando em consideração que são duas pessoas determinadas, com uma personalidade parecida... Depois da volta dele da aventura jangadesca, Kate andou mais atenciosa, mais próxima do bad guy mais maravilhoso dos seriados... ai ai.
Já o rolo com o Jack é uma coisa mais “os opostos se atraem” também. Kate é puro mistério, e o típico herói corajoso certinho só podia se interessar por ela... A liderança que o médico tem no grupo talvez atraia a fugitiva, que está ali, à toa na praia, até então livre dos tormentos do passado... E as Jaters gritam de um lado... Skaters (?) se esgoelam do outro... Qual o casal que prevalecerá? Obviamente eu não sei, mas se alguém souber de um rapaz que consiga apresentar o charme, humor e jeito de quem pega bem do Sawyer com o espírito de liderança e cuidado com o próximo do Jack (mais o salário de médico, claro), por favor, mandem fotos e informações para o email do blog.

Dica da Titia: Moça, se você está dividida entre dois rapazes... Primeiro tem que resolver suas questões internas. Decida o que mais quer no momento, e qual deles pode te oferecer.
Não sabe MESMO o que quer, acha que ama os dois?
PROMÍSCUA VOCÊ HEIN, FILHA? Quer tudo e todos, se quisesse realmente algo sério não estaria nem em dúvida... Quer diversão! Fique com os dois mesmo, aproveite e depois dá uma de Kate, vai abandonando sem dó quando surgirem outros dois pra ficar na dúvida.

Como dito no topo do texto, não vou entra no mérito de falar sobre Ana Lúcia e Jack, a possibilidade entre Hurley e Libby, ou se Mr. Eko e seu pedaço de pau já se beijaram. Concluo essa grande brincadeira de Dia dos Namorados aqui no Dude dizendo que love is in the air em Lost, esperando mais situações clichês de romance e desejando um Feliz Dia dos Namorados a todos os casais fãs da série! Vão beijar na boca, povo!

\o/
---------------------------
*Caroline Thomé é pseudônimo de Caol, publicitária, fã de Lost e que só aceitou escrever este texto porque tá namorando! \o/

07/06/2006

Naveen Andrews em filme de Robert Rodriguez

Depois do recente anúncio de que participaria do novo filme de Jodie Foster, a Variety informou que Naveen Andrews, acaba de se juntar ao elenco do filme de Robert Rodriguez que é na verdade a metade da história de uma colaboração do diretor de Sin City com Quentin Tarantino no chamado projeto 'Grind House'.

Andrews fará um cientista militar no filme entitulado 'Planet Horror'. Também estão no elenco os atores Freddy Rodriguez, Rose McGowan e Josh Brolin. A metade a ser dirigida por Tarantino entitulada 'Death Proof', ainda não tem elenco escalado mas será rodado no final do ano.

Naveen vai trabalhar muito no 2º semestre hein?!

05/06/2006

THE LOST EXPERIENCE – Guia Prático

Hey Dude! A partir de hoje o blog vai acompanhar o Lost Experience. Convocamos o Rafael, nosso novo colaborador, que terá como tarefa nos manter informados sobre tudo que rola neste jogo! Conforme as novidades forem surgindo, postaremos aqui no Dude !

---------------------------------------------------


Por Rafael "Windblow" Savastano

Pois é, caros Dudes. Essa é minha primeira contribuição para o blog e a inicio dizendo que estou justamente como vocês: em crise de abstinência de Lost! Há quase duas semanas que a segunda temporada terminou e a estréia da terceira parece tão longe que dá até um desânimo. Como nos manteremos entretidos até lá? Claro que existem outras séries boas pra acompanhar nesse ínterim, além da Copa do Mundo ou do Horário Eleitoral, mas nenhuma delas têm aquela dose de mistério e os enigmas que nos deixam eletrizados por Lost. E agora?

Bem, a boa notícia é que os produtores – tão prestativos – se preocuparam conosco o suficiente para arrumar uma “atração secundária” que nos ocupe durante o hiato de temporadas. Trata-se do Lost Experience, o tão falado ARG (Jogo de Realidade Alternativa) oficial da série. Ele começou há um mês e está cada vez mais enigmático e divertido. A má notícia é que, como era de se esperar, o jogo é todo em inglês, e não é tão simples de arrumar “legendas” (metaforicamente falando). Além disso, um ARG é diferente de uma série, no sentido de que não vem em episódios periódicos e fechados. As informações vão surgindo com freqüência inconstante, em doses homeopáticas, e você só acha se procurar. Mas claro que a graça do jogo é toda essa, não é?

Explicação obrigatória sobre os ARGs

Ok, então já sabemos que ARG, além de uma interjeição de desgosto, é a sigla para Alternate Reality Game. Mas aí vocês me perguntam - Que bicho é esse? Eu explico: ARGs são uma modalidade de jogo relativamente nova. O primeiro ARG de sucesso e exposição mundial foi feito para a divulgação do filme “I.A. – Inteligência Artificial”, de Steven Spielberg, e desenvolvido por um pequeno grupo de programadores da Microsoft. O jogo, hoje conhecido como The Beast, consagrou o gênero (que já havia sido utilizado antes, em menor escala) e inspirou a criação da sigla. Desde então, vários ARGs surgiram na internet, alguns profissionais (como por exemplo o I Love Bees, feito para divulgar o lançamento do jogo Halo 2, para o console de videogame da Microsoft, o Xbox) e outros criados por entusiastas com dinheiro (como Lockjaw e Metacortechs, ambos desenvolvidos por um grupo de jogadores do Beast, sendo o segundo ambientado no universo de Matrix- foi um dos mais bem-sucedidos ARGs “amadores” até hoje, tendo superado em público e visibilidade vários jogos oficiais).

Como funciona um ARG e no que ele é diferente de qualquer outro jogo de computador? Bem, para começo de conversa, um ARG é um jogo verdadeiramente em primeira pessoa. O jogador interage com o jogo através de instrumentos reais e mundanos – navegador web, e-mail, telefone, carta, até mesmo presença física em determinados locais. Não existe uma linha definida separando o que é o jogo e o que não é. Claro que isso traz problemas – se você não sabe se está jogando ou não, como saber o que está dentro ou fora do jogo? Uma das regras mais sagradas sobre os ARGs é a consulta aos registros de domínio de uma página. Geralmente, todas as páginas “dentro” de um jogo em específico serão registradas pela mesma empresa, ou dividirão o mesmo endereço IP. Essa regra é a única quebra de verossimilhança “aceitável” em um ARG e só existe para que o jogo seja funcional. Além disso, tudo parece real – até demais. Não é incomum que algum jogador receba e-mails, telefonemas ou cartas de personagens fictícios do jogo, ou seja convidado por algum deles a ir pessoalmente buscar alguma pista deixada em algum lugar do mundo.

O que nos leva a outra característica marcante dos ARGs – nem todo mundo pode resolver todos os enigmas. Alguns dependem de localidade física, outros (a maioria) de conhecimentos específicos, seja em informática, em biologia, em literatura, etc. Por isso, ninguém joga um ARG sozinho. Ao invés disso, criam-se comunidades de jogadores (“detetives coletivos” como alguns chamam) que mantêm uma lista de todas as pistas e informações já conquistadas, além de discutirem a resolução dos enigmas dia e noite em fóruns e salas de bate-papo pela rede afora. É claro que a maioria dos enigmas parece extremamente difícil – o nível de dificuldade de um ARG é sempre para “centenas de mentes colaborando entre si”, nunca para uma pessoa só. Portanto, é raro para o jogador usual ser o primeiro a descobrir uma pista. O que se pode fazer, claro, é tentar descobrir sozinho antes de recorrer aos fóruns. Mas não se sinta desmerecido se um determinado quebra-cabeças for demais para você.

Por fim, o funcionamento básico de um ARG consiste em: descobrir o “buraco de coelho” (a pista inicial do ARG, geralmente escondida em anúncios, banners, ou coisa parecida), investigar as páginas do jogo atrás de coisas escondidas, pistas, enigmas, etc – e isso inclui ler os códigos-fonte HTML, tratar imagens e áudio em editores, pesquisar incessantemente no Google sobre assuntos relacionados a qualquer coisa que pareça uma referência (histórica, científica, etc) – e, sempre que descobrir uma nova página que pareça dentro do jogo, tirar a prova dos nove (o endereço IP) antes de decidir se vale ou não a pena aprofundar-se nesse novo site. Isso porque muitos desocupados gostam de criar sites que pareçam do jogo pra confundir os jogadores. Mas geralmente esses sites são hospedados em grandes provedores de acesso ou sites de hospedagem gratuita, portanto fáceis de detectar. Em suma, a regra principal de um ARG é: “não ignorar nada, mas desconfiar de tudo.”

Mas o que isso tem a ver com Lost?!

Calma, estou chegando lá! Desde o início da série, existem alguns sites na internet relacionados a Lost de uma forma bastante “ARGesca” (que palavra horrível eu acabei de criar!). Alguns desses sites tinham várias mensagens e coisas escondidas, mas não contavam exatamente uma história coesa. Paralelamente, vários outros sites feitos por fãs começaram a surgir, existindo pelo menos um para praticamente qualquer companhia fictícia que fosse mencionada na série, como a lanchonete Mr. Cluck’s ou a banda Drive Shaft. Quando a segunda temporada foi lançada, mais um site oficial surgiu, o site da Fundação Hanso, os financiadores da misteriosa Iniciativa Dharma. O site também teve sua dose de documentos escondidos e mensagens crípticas, mas nada que soasse como um esforço coordenado.

Na mesma época, um misterioso site, supostamente encontrado através de um link na página oficial da Fundação Hanso, começou a enlouquecer os espectadores da série com uma série de imagens e sons enigmáticos que se atualizavam esporadicamente. Esse site – o BigSpaceShip1.com – foi alvo de grande especulação e debate sobre sua validade durante bastante tempo. Parecia o início de um ARG sobre Lost, mas não havia nenhuma história por trás dele, apenas mensagens, imagens e sons estranhos vagamente relacionados aos temas da série. Levou muito tempo até que os produtores confirmassem que o BigSpaceShip1.com não era um ARG da série, porque eles já estavam planejando um, que seria oficial e bastante grande. Eles disseram também que o jogo se estenderia por todo o verão norte-americano, para manter entretidos os fãs mais viciados, até a estréia da terceira temporada. Apesar de ser um jogo oficial, no entanto, eles disseram que não seria necessário jogar o jogo para entender a série, nem vice-versa.

Pois bem. No mês passado o jogo foi oficialmente lançado – junto com um nome definitivo, The Lost Experience – através de uma propaganda de tv veiculada durante o intervalo do episódio daquela noite. Propaganda de ninguém mais, ninguém menos do que a própria Fundação Hanso, anunciando o relançamento de seu site, todo reformulado. A propaganda, que foi veiculada tanto nos EUA quanto na Inglaterra (aonde a segunda temporada estava só começando) e na Austrália, dava um número de telefone e convidava os telespectadores a ligarem e “descobrirem a experiência por si mesmos”. Esse era o tão esperado “buraco de coelho” que dera a largada no Lost Experience.

Ok, blá blá blá, mas cadê o “Guia Prático” prometido?

Apesar do título feito pra fisgar leitor, já vou avisando que não há um guia rápido para se interar do jogo – a menos que você saiba inglês. Nesse caso, há sites essenciais, como o http://www.thelostexperience.com/ e o http://thelostexperienceclues.blogspot.com/ que atuam como repositórios de pistas e fazem algumas recapitulações providenciais sempre que a história dá uma avançada rápida. Porém, para aqueles com menor proficiência na língua bretã, tentarei manter nesse blog uma listinha resumida dos principais eventos, se possível com traduções. Para os que sabem inglês mas não querem ler as respostas dos enigmas antes da hora, vou tentar também manter um formato de “dicas”, dando algumas dicas de progressivo potencial spoiler antes de revelar as soluções. Quem não estiver interessado nos enigmas e quiser logo saber detalhes da história pode pular direto para os resumos que farei no final.

Mas isso tudo vai ser a partir da minha próxima contribuição. Vou ficando por aqui antes que eu estoure o limite de caracteres da internet. Quem quiser se aventurar no jogo por conta própria provavelmente já deve saber aonde começar. Mas, para os preguiçosos, sem sair do clima de investigação, deixo com vocês um link para a página. Viram? Não?? Procurem bem ;)

Comentários do episódio 2x13 - "The Long Con"

Por Davi Garcia



"O tigre não muda suas listras". Não haveria frase melhor pra definir a essência do Sawyer, um dos meus personagens preferidos da série. The Long Con trouxe uma pequena reviravolta a qual devo confessar não esperava. Ok que o Sawyer nunca gostou de receber ordens desde o 1º dia na ilha, mas daí a armar maquiavelicamente um plano (com a ajuda do transtornado e agora sombrio Charlie) pra tomar o "poder" no grupo dos Losties foi uma virada surpreendente, sobretudo se formos analisar os motivos do cara. E achei ruim? Muito pelo contrário. Creio que a trama só tenha a ganhar com isso e que o evento sirva (ou não) para mostrar àqueles que acham que sabem de tudo (Locke) e àqueles que gostam de mandar em tudo (Jack), que menosprezar opiniões alheias pode ser perigoso para todo o grupo. Aliás foi no mínimo engraçado ver as reações de Kate (a manipuladora mor) descobrindo que fora ela a manipulada da vez, e de Locke ao perceber que caíra feito um pato no 'grande golpe' de Sawyer.

E se o flashback serviu apenas para confirmarmos que o 'bad good guy' dos Losties é de fato apenas um sujeito atormentado pelos dramas do passado que à todo instante quer se vingar de si mesmo, os acontecimentos da ilha nos deixam a clara idéia de que a convivência fica cada vez mais complicada e o grupo vai aos poucos se dispersando. Sayid mais afastado depois da morte de Shannon, Charlie afastado depois do incidente com Aaron, Ana Lucia desde que chegou nunca encontrou seu lugar, Michael sumido sabe-se lá por onde na floresta em busca do Walt e agora deveremos ter também todo aquele climão de animosidade entre Jack e Locke de volta por causa dos acontecimentos do episódio. É apenas um detalhe? Creio que não, até porque parece que novos personagens estarão surgindo e o famoso Desmond deve reaparecer em breve pra esquentar ainda mais as coisas e quiçá trazer novas revelações e bem provavelmente novos mistérios.

Sim, dessa vez o comentário é bem curtinho, mas quero chamar atenção para o diálogo entre Sayid e Hurley depois de ouvirem Moonlight Serenade de Glenn Miller no rádio:

Sayid - Rádios nessa freqüência ficam acima da ionosfera. Pode viajar muitas milhas. Podem estar vindo de qualquer lugar.

Hurley - Ou de qualquer época.

Seria essa frase final do Hurley de fato apenas uma brincadeira, ou mais uma peça no grande quebra-cabeça do que é aquilo tudo? Sintam-se à vontade pra fazer conjecturas porque eu continuarei aguardando o que vém pela frente.

Obs: Atentaram para o manuscrito lido por Hurley, que transformou-se no livro recentemente publicado nos EUA intitulado Bad Twin, (livro escrito por Gary Troup, um dos passageiros não sobreviventes à queda do avião)?

04/06/2006

Personagem de Lost navegando para não voltar

ATENÇÃO! A NOTA ABAIXO CONTÉM SPOILERS.

O Ator Harold Perrineau disse ao Scripps Howard News Service que ele não voltará para a 3ª temporada de Lost. "Até onde sei não volto na próxima temporada," disse o ator cujo personagem Michael saiu de barco da ilha com seu filho Walt, no final da 2ª temporada.

Perrineau, que se tornou umas das peças chave da trama desenvolvida nos episódios finais da segunda temporada, diz estar livre para procurar outro trabalho e não está mais sob contrato com a produção de 'Lost'. Ele contou que os produtores o informaram algumas semanas atrás que ele estaria fora da série, mas ele também mencionou uma possibilidade na qual Michael depois de alcançar terra firme tentar voltar para a ilha, mas aparentemente essa linha não faz parte dos planos da 3ª temporada, ele disse.


A pergunta que fica é: alguém vai sentir saudades?

Estrela de Lost em Thriller com Jodie Foster

Naveen Andrews, o Sayid de 'Lost' e Mary Steenburgen (de filmes como Nixon e I am Sam e da série Joan of Arcadia) foram confirmados na produção The Brave One, thriller estrelando Jodie Foster e Terrence Howard (de Crash e Ritmo de um Sonho).

Dirigido por Neil Jordan (de filmes como Entrevista com o Vampiro e do ainda inédito no Brasil Café da Manhã em Plutão), o filme mostrará uma mulher (Jodie Foster) que parte em uma jornada em busca de vingança depois de ser brutalmente atacada. Naveen fará o noivo da personagem de Jodie, Mary fará o papel de chefe dela, enquanto Terrence Howard fará um policial dividido entre a lei e uma difícil decisão de acompanhar a protagonista em sua busca por vingança segundo a Variety.

O projeto entra em produção no mês de agosto com data de lançamento nos cinemas planejada para 22 de junho do próximo ano.

Josh Holloway na revista "Details"

Image Hosted by ImageShack.us

Fotos e o video do ensaio fotografico aqui

01/06/2006

Dude! Acabou a segunda temporada!

Sim, acabou! Final de temporada, velhas questões, novos mistérios...
Reunimos alguns colaboradores da equipe do blog para uma reflexão geral sobre a segunda temporada. Além disso, destacamos o que mais nos agradou e desagradou ao longo dos 24 episódios. Faça seu comentário, elabore sua lista e poste nos comentários!




Lost: a série dos muitos mistérios se renova como entretenimento


--------------------------------------------------------------------
Por Davi Garcia

Críticas severas de um lado, admiração e entusiasmo de outro. A 2ª temporada de Lost pode ter desagradado alguns, mas é inegável dizer que foi muito bem vista pela imensa legião de fãs espalhados mundo afora e que não pára de crescer. Defendo a posição de que essa temporada - embora com ritmo levemente irregular em poucos episódios - foi ainda mais vibrante e envolvente que a já fantástica temporada de estréia, e vou além, Lost é hoje sem qualquer dúvida a série de tv que melhor mescla conceitos distintos com qualidade ímpar.
É fácil defender esse ponto de vista quando analisamos o miolo da trama que nessa 2ª temporada mostrou-se sempre coerente à estrutura daquela introduzida anteriormente. Se alguns dos mistérios surgidos na 1ª temporada ainda não tiveram resolução (por quê e como Locke voltou a andar? O que é o Lostzilla afinal? Qual a explicação dos bad numbers?), outros igualmente importantes (O que era a escotilha e o que causou a queda do vôo 815?) tiveram um desenvolvimento/desfecho interessante. Se iremos ter respostas para tudo e quando as teremos eu não sei, mas a certeza que essa temporada me deu, é que os criadores/escritores da série continuam incrementando a receita de bolo com ingredientes que não tencionam apenas enfeitá-lo, mas sim tornar mais gostosa nossa experiência de degustá-lo. E indo nessa linha de pensamento, se novos personagens como Ana Lucia e Libby não disseram a que vieram, outros como Mr. Eko e Henry Gale surgiram como adições importantíssimas para o enredo da série, o primeiro por seu carisma e sua forte ligação e fé na ilha, e o segundo por representar o grupo que ganhará destaque na próxima temporada, e claro, por ser um excepcional ator.
Que a 1ª temporada foi mais constante que essa não dá para negar, mas mesmo tendo sido pontuada por alguns episódios mais lentos que pouco acrescentaram à trama central, não percebi uma queda brusca no ritmo dos acontecimentos que aliados à introdução de novos elementos, contribuíram e muito para que meu interesse pela série se renovasse com mais força. E motivos para isso não faltaram. Como não destacar a descoberta do ‘conteúdo’ da escotilha e sua vital importância para o entendimento da queda do avião? Ou a inserção da Dharma e sua subseqüente importância à nova dimensão do mistério que ronda a ilha como pontos altos da temporada? Aliás, fazer uma análise que requer a inclusão de um ponto baixo para essa temporada é difícil, mas para não posar de fã cego, diria que a mudança radical de Locke, partindo de um ponto de fé quase cega pela ilha para outro de ceticismo total soou como ponto desconexo para a essência do grande personagem que ele sempre foi (e continuará sendo). Percebe-se que os demais personagens mantiveram uma linha bastante coesa com tudo aquilo que já apresentavam na 1ª temporada. Jack não deixou de ser o líder errante, mas cresceu em importância para o grupo e ainda é o ponto de referência dos ‘losties’. Sawyer manteve o status de bad boy mor, mas deu abertura para que enxergássemos nele com mais clareza, um homem atormentado pelo passado e que não consegue lidar com afeto de outros, o que contudo não o impede de se arriscar por alguém que ele jura não dar a mínima. Sayid revelou-se outro atormentado pelas circunstâncias do passado e pelo sentimento de perda, que evidenciado pela morte da Shannon permitiu que víssemos um lado bastante hostil dele (quando tortura o Henry Gale), algo que ele jurava ter deixado para trás. Jin & Sun por sua vez, talvez tenham sido os personagens cuja evolução seja a mais marcante. Ele passando de machão e anti-social a marido compreensivo e solidário, e ela deixando a passividade para trás buscando sempre diálogo franco e participação. Hurley continua sendo o alívio cômico da série e se não evoluiu tanto além do que já conhecíamos, é prudente dizer que ele vá ter alguma importância grande para a explicação dos números na ilha, afinal que coincidência maldita é essa que o persegue? Charlie foi outro personagem que salvo a crise que o lançou na espiral de um breve isolamento, e seu conflito com Claire, não teve muitas chances (assim como ela) de realmente mostrar qualquer evolução mais evidente e o mesmo podemos dizer de Kate, que nada mais foi do que a heroína da série dividida talvez pelo interesse por Jack e Sawyer, algo que já sabíamos da 1ª temporada, e que manteve-se nesta.
E assim chego ao comentário final pontuando que a 2ª temporada deixa um recado claro para todos nós. A série assim como Sawyer, gosta de aplicar golpes bem engendrados. Ela nos leva a um falso sentimento de conforto e calmaria, e no final toma um rumo que proporciona novos e intrigantes mistérios. A ilha é um lugar invisível ao mundo exterior? Os Outros são os bons? Se o avião de fato caiu por acidente, como explicar tantas coincidências e relações entre aqueles passageiros? Essas são perguntas que ficam e que certamente darão vazão a novos exercícios de imaginação, discussão e teorias. E como é disso que gosto, bato palmas para a temporada que foi entretenimento, mas não deixou de ser inteligente, algo que certamente é motivo de grande prazer. Que venha a 3ª temporada!

Melhores e Piores
Melhor episódio: Man of Science, Man of Faith
Pior episódio: What Kate Did
Melhor ator: Michael Emerson (Henry Gale)
Pior ator: Jorge Garcia (Hurley)
Melhor atriz: Yunjin Kim (Sun)
Pior atriz: Michelle Rodriguez (Ana Lucia)
Melhor flashback: Locke em “Orientation”
Pior flashback: Michael em “Adrift”
Melhor personagem: Sawyer
Pior personagem: Michael
Melhor personagem novo: Eko
Pior personagem novo: Ana Lucia
Melhor casal: Rose & Bernard
Pior casal: Ana Lucia & Sawyer
Melhor cena: Descoberta de Desmond na escotilha
Pior cena: Locke batendo no Charlie.
Melhor surpresa: Vídeo ‘Orientation’
Pior surpresa: Traição do Michael
Momento eletrizante: A anomalia eletromagnética se manifestando
Momento emocionante: Eko recitando o Salmo 23 depois de cremar o irmão morto no bimotor (ep. 2x10)
Personagem que surpreendeu: Henry Gale
Melhor cena cômica: Hurley dando porrada no Sawyer dentro da barraca.
Maior descoberta da temporada: O botão de fato provoca alguma coisa.



----------------------------------------------------------------------

Por Ricardo Henriques

Alô, povão, agora é sério. "Live together, die alone", o episódio que fechou a segunda temporada, provou que os criadores e roteiristas de Lost sabem exatamente o que estão fazendo, pelo menos até aqui. Estão de parabéns por isso, não é fácil manter o fio da meada em um seriado que, para criar expectativa, deixa novas pontas soltas a cada episódio. E boa parte delas foram amarradas com sucesso, sem deixar assunto pra próxima jornada. Em compensação, também ficou claro que o que foi mostrado em 24 episódios poderia ser mostrado em 12, tranqüilamente. O que evitaria que o segundo ano do programa ficasse marcado mais pela irregularidade do que pelo começo e fim da temporada, que foram ótimos.
Apontar um motivo para o desequilíbrio entre os episódios é algo muito pessoal. Opção 1: todo mundo está ganhando dinheiro com Lost, então vão querer esticar tudo o máximo possível, para não perder a boquinha; Opção 2: os criadores são adeptos fiéis da idéia de, metodicamente, cada ano de vida da série servir como um ato completo da trama... ou seja, a primeira temporada foi sobre o contato com o desconhecido, o segundo foi o conhecimento do Dharma Initiative, o terceiro ao que tudo indica será sobre a origem e a função dos "outros"... vai ver a quarta temporada vai ser sobre o Vincent, enfatizando no fato dele ter sido esquecido por Walt e seu pai, sabe-se lá. Opção 3: Desleixo... sabe aquela típica novela das 8, que tem os primeiros capítulos com ares de superprodução, os últimos cheios de desfechos (supostamente) emocionantes e no meio não acontece nada e é tudo feito de improviso porque as gravações são todas em cima da hora de ir ao ar? Pois então, boa parte dos episódios do "recheio" desta temporada de Lost não tiveram o mesmo requinte de produção, direção e roteiro que os três primeiros e os quatro últimos. Tudo bem, pode-se argumentar que é complicado gravar sempre episódios com grande produção em uma série que envolve uma logística complexa como Lost, mas isso serviria igualmente de argumento pra fazer temporadas menores, se não agüentam o tranco.
Eu particularmente acho que é uma mistura de tudo isso. A parte dos "atos" é interessante. Mas é de conhecimento universal que o "todo" depende muito do funcionamento de suas partes. Cobro muito a esse respeito porque na primeira temporada eles mantiveram uma regularidade invejável. E sem utilizar recursos baixos como fazer episódios inúteis que se justificariam apenas por uma revelação no final, como em "Dave" e "S.O.S. ". Algumas coisas não fizeram sentido. Por que Rose levou quase dois meses a tocar no assunto cadeira de rodas com o Locke? Por que a Claire beijou o Charlie justamente no momento em que os dois estão mais distantes? Foi por causa das vacinas que de nada servem? Está criada a gíria "Maria Zé Gotinha"? Outras coisas podem ser explicadas ainda. Aliás, devem. Por que a Libby deu um barco pro Desmond, assim, sem mais nem menos? Não vale dizer que é porque ela é doida, é um recurso muito banal. E aquele pé de estátua? Vão ter de suar para explicar aquilo sem cair no ridículo.
Os novos personagens talvez não tenham surtido o efeito esperado, mas foram importantes para costurar a trama. Deles, o que melhor aproveitado foi Mr. Eko, que tem muito a nos oferecer no decorrer da série. Por outro lado, muitas das relações pessoais da primeira temporada foram deixadas de lado. Um sacrifício que a ilha exigiu? Acho que não compensa, já que transformaram Locke em alguém chato, que só quis saber de brincar de Tom e Jerry com o Jack. Tem também o caso do Sayid, que foi escanteado em boa parte dos episódios. Resumindo tudo isso: os criadores/produtores/diretores/roteiristas já mostraram o quanto podem ser brilhantes. Não é pedir demais que eles sigam o exemplo da primeira temporada quase toda (tirando talvez o episódio da maleta da Kate, que até hoje não disse a que veio) e de episódios como "Man of Science, Man of Faith", "Orientation", "The other 48 days", "The 23rd Psalm ", "Two for the Road" e o final "Live Together, Die Alone". Ou é?
A segunda temporada nos deixou um legado possivelmente considerável: podemos estar livres de Ana Lucia, Libby (que descansem em paz, entre caras, bocas e anjinhos), Michael e Walt (tomara que eles sejam resgatados em segurança e sejam despachados para o mundo real, aquele ao qual não temos acesso no seriado). Quatro malas em apenas três episódios. Quem disse que extravio de bagagem é necessariamente um contratempo? Seguindo com a metáfora, a segunda temporada de Lost continuou mostrando que a viagem está valendo sim à pena. Mas isso não apaga o fato da comida do avião ser ruim. Nem a desconfiança de que em uma dessas turbulências a torre de comando não possa fazer nada para salvar nossos heróis.
Sendo curto e grosso: foi uma boa temporada, apesar de extremamente irregular. Episódios inúteis e medíocres não devem contaminar uma trama bem construída como a de Lost. É só mirar o bom exemplo da primeira temporada.
Melhores e Piores
Melhores episódios: "Man of Science, Man of Faith", "Orientation" e "Live Together, Die Alone".
Pior episódio: "Dave". Eu preferia ver Boa Noite Brasil com Gilberto Barros a rever essa joça.
Melhor ator: Ninguém se saiu melhor que Michael Emerson no papel do artista antes conhecido como Henry Gale. Do elenco fixo, como o Sayid foi escanteado e o Locke desvirtuado, o melhor desempenho acabou sendo de Matthew Fox, que vem defendendo muito bem o seu Jack Shephard.
Pior ator: Jorge Garcia. Ele bem que se esforça, mas tem expressividade zero. Fazer beicinho pra demonstrar raiva não é atuar.
Melhor atriz: Yunjin Kim, sempre bem quando a Sun é requisitada.
Pior atriz: Cynthia Watros. Aliás, bondade chamá-la de atriz.
Melhor Flashback: o do Desmond, até por ser o mais útil.
Pior Flashback: "Dave", claro.
Melhor personagem: Sawyer. Com Josh Holloway cada vez mais à vontade no papel.
Pior personagem: Charlie. Mal construído pelos criadores e mal interpretado por Dominic Monaghan. E até prova contrário não tem lá grande importância para a série.
Melhores personagens novos: Desmond, Eko e Henry Gale. Três clássicos instantâneos.
Pior personagem novo: Libby. Um desastre completo.
Melhor cena: Maaaaaaake your own kind of music.
Piores cenas: Todas do flashback de "Dave". E todas as românticas com os fracos Jorge Garcia e Cynthia Watros. Volte pras piadinhas, dude.
Melhor surpresa: O isolamento do "Lockdown".
Pior surpresa: Dave, o amigo imaginário de Hurley. Se bem que chamar aquilo de surpresa é ter visto poucos filmes de suspense e ainda assim ser meio desatento.
Momento eletrizante: O isolamento do "Lockdown".
Momento emocionante: Michael tocando o terror na escotilha.
Personagem que surpreendeu: Michael, porque eu não vejo promos.
Melhor cena cômica: O que um homem de neve disse para outro homem de neve? Cheira como cenoura. A piada é infame, mas tem valor sentimental.
Maior descoberta da temporada: E não é que o botão da escotilha servia pra alguma coisa?



--------------------------------------------------------------------
Por Juliana Ramanzini

A segunda temporada foi diferente. É certo que a primeira pareceu mais eletrizante, já que tudo era novidade e, por isso, a sensação de um ritmo mais acelerado. Já na segunda, a necessidade de se aprofundar na essência de cada personagem, esclarecer os mistérios pendentes, entrelaçar as histórias, introduzir novas sub-tramas, destacar os conflitos, além da obrigação de continuar instigando a audiência, fez com que os episódios fossem mais irregulares. Não é fácil dar conta de tantos elementos em uma narrativa sem que aconteçam algumas falhas. E elas existiram sim, mas não chegaram a comprometer a qualidade da série como um todo.
Logo nos três primeiros episódios foram introduzidos elementos importantes e isso acabou gerando uma grande expectativa nos fãs. O problema é que os demais não foram tão reveladores, nem tiveram tanta ação, ou sequer mantiveram o ritmo da introdução, desagradando a muitos. Mas, entre episódios mornos e outros pouco interessantes, tivemos muitos momentos bons e inclusive espetaculares. Não tenho dúvidas ao afirmar que “Fire + Water” e “What Kate Did” foram os piores episódios da temporada, enquanto que “Man of Science, Man of Faith”, “Lockdown” e “Live Together, Die Alone” foram os melhores. “Lockdown” despertou novamente o interesse dos fãs com aquela projeção do mapa na parede, quebrando um pouco o marasmo que vinha dos episódios anteriores (quem não quebrou a cabeça olhando para esse bendito mapa). Outro momento interessante, apesar de não ter sido espetacular, foi “The Other 48 Days”, pois nos contou a história do acidente e dos novos personagens: Mr. Eko, Ana Lúcia e Libby, - sob outra perspectiva, mostrando as adversidades enfrentadas por este outro grupo e suas experiências traumáticas com os “Outros”.
Além destes que citei e de Desmond, outro novo personagem importante se destacou nesta temporada, Henry Gale. Não sei se pela excelente atuação do ator (Michael Emerson), ou pela potencialidade por trás da história de Gale, mas é certo que sua aparição em Lost causou impacto, trouxe mais mistério e abriu espaço para novas possibilidades na trama. Aliás, é justo destacar que o ator rouba a cena. Michael Emerson protagonizou os melhores momentos (em termos de atuação) da segunda temporada. O que não aconteceu com a Kate, interpretada por Evangeline Lilly, cada vez mais apagada na história e com o Hurley, de Jorge Garcia, que apesar de interpretar uma das figuras mais interessantes de Lost, acaba sempre em segundo plano devido às limitações do ator. Outro que ainda não disse a que veio foi Charlie, vivido por Dominic Monaghan. Alguém me explica o que ele faz ali além de atrapalhar, dizer e fazer bobagens?
Com relação aos personagens que já conhecíamos, dois deles tiveram uma brusca mudança de rumo: Locke e Michael. Locke não é mais o cara. Agora ele está sempre errado. E Michael perdeu a linha de vez, virando um assassino frio por causa de um filho que ele mal conhecia e com o qual só estabeleceu laços afetivos durante os dias do seu exílio forçado na ilha. Em compensação, Sawyer e Sun, interpretados por Josh Holloway e Yunjin Kim, despertam cada vez mais minha simpatia. Pode até ser só impressão, mas eles me parecem ser os mais humanos da ilha. Podem não ser atores brilhantes, mas construíram personagens sólidos, constantes e verdadeiros, tornando-os indispensáveis na trama. Também divido esta impressão com Mr. Eko, interpretado por Adewale Akinnuoye-Agbaje .
De maneira geral, podemos dizer que a segunda temporada dividiu-se em 3 grandes momentos:1) a revelação do conteúdo da escotilha e a inserção do elemento ”Dharma”; 2) a descoberta e o encontro com os outros sobreviventes do desastre; 3) o contato direto com os “Outros”. Confesso que não imaginava que nada disso aconteceria ao assistir a cena final da primeira temporada. E tomo a liberdade de dizer, mesmo sem conhecimentos mais específicos que me sustentem, baseada somente nas minhas opiniões de telespectadora e fã, que Lost se sofisticou na segunda temporada. O universo da trama extrapolou (não falo aqui de cenários, locações, mas sim de tudo que se liga a história) o espaço da ilha e ampliou também o marco temporal. Lost não gira mais só ao redor das circunstâncias do acidente, da ilha e da história de sobreviventes. Existe um passado, outros elementos que atuam de forma preponderante na trama mesmo que não possamos vê-los no momento, além de uma história pregressa que tanto os personagens quanto nós desconhecemos.
Muitas explicações foram dadas nesta segunda temporada (embora eu sempre fique com a sensação de que algumas coisas não se encaixam), enquanto outros mistérios ainda nos intrigam. Ainda não sabemos o que liga os personagens, o que significam as coincidências que os envolvem? O que afinal é o “Lostzilla”? Walt é paranormal ou foi só impressão nossa? E o pai do Jack perambulando pela ilha? Mesmo sem estas respostas, chegamos ao fim com Lost lançando mais uma série de perguntas no ar.
Confesso que fiquei satisfeita com a explicação do eletromagnetismo como causa da queda do avião, mesmo tendo ouvido várias pessoas dizendo que isso está fora das leis da física. Mas, quer saber... dane-se a física! Eu gosto é de ficção! Penso que somos exigentes demais e esquecemos que Lost tem o objetivo de entreter e não de explicar cientificamente acontecimentos fictícios. Para assistir Lost é preciso estar disposto a ser surpreendido. Talvez, esse seja o motivo pelo qual cada vez mais gosto da série. Ela sempre me surpreende.
O final foi fantástico sim e provou que a fórmula de Lost é vencedora, é eficaz. Tanto que mal acabei de assistir e já estou apavorada diante dos meses de abstinência que enfrentarei. Quero saber quem são aqueles brasileiros (são brasileiros?). Por que ligaram para esposa de Desmond? Que estátua é aquela? E o falso acampamento dos ‘Outros”? O que será de Jack, Sawyer e Kate? E Michael e Walt? Eko, Locke e Desmond estão mortos? Quem é Henry Gale? O que aconteceu quando Desmond girou a chave? Agora é sofrer até setembro e especular. Afinal, Lost é assim. Mexe com nossa curiosidade e nos leva a inferir, extrapolar os limites da nossa própria imaginação.

Melhores e Piores
Melhor episódio: “Man of Science, Man of Faith” e “Live Together, Die Alone”
Pior episódio: “Fire + Water” e “ What Kate Did”
Melhor ator: Michael Emerson (Henry Gale)
Pior ator: Dominic Monaghan (Charlie)
Melhor atriz: Yunjin Kim (Sun)
Pior atriz: Evangeline Lilly (Kate)
Melhor flashback: Mr. Eko 2x10: The 23rd Psalm
Pior flashback: Charlie 2x12: Fire + Water
Melhor personagem: Sawyer
Pior personagem: Michael
Melhor Personagem novo: Henry Gale
Pior personagem novo: Bernard
Melhor casal: Jin e Sun
Pior casal: Ana Lúcia e Sawyer
Melhor cena: Eu gostei muito da cena em que Sayid interroga Henry Gale. Foi um embate e tanto entre personagens e atores.
Pior cena: O beijo de Claire e Charlie. Achei totalmente fora de contexto e sem sentido.
Melhor surpresa: O mapa projetado na parede da escotilha.
Pior surpresa: As mortes de Shannon, Ana Lúcia e Libby. Continuo achando que foi desnecessário.
Momento eletrizante: a seqüência de Desmond, Locke, Mr. Eko e Charlie no episódio final. A não digitação dos números, a revelação da causa da queda do avião e Desmond girando a chave. Uma enxurrada de informações!
Momento emocionante: Apesar de não ter gostado da idéia, a morte da Shannon foi um momento emocionante nesta temporada. Destacaria também a cena de Mr. Eko recitando o salmo e a cena de Locke preso dentro da escotilha.
Personagem que surpreendeu: Michael. Nunca passou pela minha cabeça que ele mataria alguém.
Melhor cena cômica: Hurley batendo no Sawyer e o Jin dando risadas.
Maior descoberta da temporada: Sem dúvida o que tinha dentro da escotilha. Mudou o rumo da história.


--------------------------------------------------------------------------
Por Ester Arieta Moreira

Silêncio. Foi o que me envolveu nos 5 minutos que sucederam o último episódio desta temporada. Dude, me senti lost!
O final da temporada efetivamente revolucionou a série, e com certeza mexeu até mesmo com os incrédulos, com todos aqueles que acreditavam que Lost estava indo “ladeira abaixo” e que começaram a assistir o season finale esperando uma “morte lenta e dolorosa”. E qual não foi a grande surpresa: uma virada sensacional, que nos deixou sim, com mais uma lista de questionamentos, mas também nos trouxe importantes respostas, nos fez relacionar mais as estranhas coincidências entre os personagens e, principalmente, nos mostrou um pouco mais do mundo dos “Outros”.
Arrisco até mesmo a dizer que, apesar de ter sido um grande flashback do Desmond, não deixou de ser um “flashback da ilha”, porque não? Afinal, foi possível definir a importância da ilha – ainda que não tenha ficado esclarecido o que realmente acontece por lá – e ver que ela é o palco de um grande experimento, provavelmente muito maior do que imaginamos, daí todo esse mistério indecifrável.
Particularmente, achei a 2ª temporada muito mais interessante do que a 1ª, e com certeza, seu final foi muito mais instigante e satisfatório. Nos deu subsídios para pensar sobre a grandeza do que ocorre por lá, ficou mais fácil entender o porquê da proteção exagerada, e da relação que as grandes indústrias que apareceram ao longo da temporada têm com o que acontece na ilha. Não sou dada a teorias, na verdade acho que sou uma das poucas fãs que nunca “quebrou a cabeça” criando uma, mas essa temporada mudou completamente a linha de pensamento que eu estava seguindo antes. Acredito que o grande experimento que está sendo feito não é um simples capricho de grandes corporações que pretendem dominar o mundo, ou criar uma sociedade utópica, controlada, mas sim a tentativa de conter uma força – talvez da natureza, se levarmos em conta as proporções magnéticas que a ilha parece ter – ainda desconhecida e não explorada pelo homem.
Quanto ao episódio em si, acho que minhas impressões foram as mais simples possíveis: adorei o flashback do Desmond, óbvio... mas não me convenceu o fato de que por ele ter deixado de apertar o botão, o avião teia caído. Muito interessante foi ver a relação dele com a empresa Widmore, e principalmente, com a Libby (essa sim, ultimamente tem me tirado o sono!). Acho que o Michael não vai conseguir sair da ilha. Espero, de todo o coração, que Locke e Eko estejam bem! Cito ainda, mais algumas “coincidências”:

- Kelvin Inman = Agente da Cia???
- Desmond “Hume” ? (outro filósofo?)
- Os “Outros” terem escolhido exatamente o triângulo amoroso da ilha?

São tantas perguntas que confesso que nem sei por onde começar a pensar, provavelmente não pararia mais de escrever... e ainda apareceu mais um livro – “Our Mutual Friend”, de Charles Dickens - que pretendo ler em breve! De qualquer modo, estou muito ansiosa para o início da 3ª temporada, mas não posso terminar sem citar as duas coisas que mais me fizeram pensar sobre esse episódio: De onde saiu toda aquela submissão do Desmond ao Kelvin? Porque acatou tudo o que ele dizia, e demorou 2 anos para finalmente segui-lo e questiona-lo?
E o magnetismo que envolve a ilha, realmente a torna “invisível” (por isso que os “brasileiros” teriam detectado a anomalia no exato momento do uso da chave)?
Isso só o tempo nos dirá...

Ah, afinal, será que caiu outro avião por lá? (respondam sinceramente, quem NÃO pensou nisso?).


Melhores e Piores
Melhor episódio: Live Together, Die Alone
Pior episódio: aff...gostei de todos
Melhor ator: Adewale Akinnuoye-Agbaje
Pior ator: Harold Perrineau
Melhor atriz: Yunjin Kim
Pior atriz: Evangeline Lilly (acho ela chata :p)
Melhor flashback: os do Mr. Eko
Pior flashback: o 2º do Jack (eps. 11)
Melhor Personagem: Mr. Eko
Pior personagem: Michael
Melhor Personagem novo: Desmond e fake Henry Gale
Pior personagem novo: Ana Lucia
Melhor casal: Sun e Jin
Pior casal: Sawyer e Ana Lucia
Melhor cena: a "descarga eletromagnética" que ilumina o céu
Pior cena: a "incorporação" do Sawyer no 2x08, ridículo...
Melhor surpresa: a escotilha ser habitada
Pior surpresa: Michael abandoná-los na ilha
Momento eletrizante: a morte de Ana Lucia e Libby
Momento emocionante: pra mim são 3: quando Eko encontra o corpo do irmão, qdo Desmond lê a carta da Penny e qdo o Hurley pediu desculpas a Libby pelo cobertor (aff, chorei nas 3)
Personagem que surpreendeu: Mr. Eko
Melhor cena cômica: o sonho do Hurley comendo tudo na escotilha
Maior descoberta da temporada: que os "outros" não são simples habitantes de uma ilha "deserta"


--------------------------------------------------

Por Fernanda Reple


Muitos odiaram essa temporada, pelo fato de ter sido “morna” nos quesitos ação e aventura. Em minha opinião a ela foi ótima! Eu adorei o jeito como eles exploraram o lado psicológico dos personagens, as relações entre eles e etc.
E para quem odeia esse lado da série...que se prepare, por que a terceira temporada vai ser mais focada nisso, mais focada no “amor”. Foi ótimo ver a evolução dos personagens, ver como eles se apegaram uns aos outros, afinal...o amor está aí!
Podem me chamar de “trouxa”, mas isso é sim a principal razão de eu gostar de Lost!


Melhores e Piores
Melhor episódio: “The Long Con”
Pior episódia: “Fire + Water”
Melhor ator: Matthew Fox
Pior ator: Jorge Garcia
Melhor atriz: Yunjin Kim
Pior atriz: Maggie Grace.
Melhor flashback: foi o do Mr.Eko
Pior flashback: foi o do Charlie
Melhor personagem: Jack
Pior personagem: Charlie
Melhor personagem novo: Mr. Eko
Pior personagem novo: Ana Lucia.
Melhor casal: Jack/Kate
Pior casal: Sawyer/Kate
Melhor cena: foi a que o Jin e o Mr.Eko olham os outros passar, no episódio "...And Found".
Pior cena: foram todas as do episódio do Charlie. Não gosto!
Melhor surpresa: foi o Henry, ótimo personagem.
Pior surpresa: foram os Outros, achei eles muito sem sal.
Momento eletrizante: Momento eletrizante foi a cena que o Jin e o Mr.Eko olham os outros passar, no episódio “...And Found”
Momento emocionante: Para mim foi o beijo entre Jack e Kate.
Personagem que surpreendeu: Sawyer
Melhor cena cômica: Cena da rede, no episódio “S.O.S”.
Maior descoberta da temporada: Foi a empresa Dharma
.



------------------------------------------
Por Bruno Marinho
Inconstante. Essa é uma palavra que pode definir toda a segunda temporada. E isso não serve apenas para caracterizar os episódios, os personagens também foram inconstantes. Locke passou de um “Homem de Fé” para um homem totalmente descontrolado. Jack, que não queria ser um líder, cogitou até montar um exército. Parece que os autores dessa temporada não assistiram à primeira.Um doce para quem disser quais as funções do Sayid, da Sun, do Jin e do Charlie nessa temporada. Sayid só serviu para desmascarar o Michael e para enterrar a Shannon. Sun e Jin só tiveram destaque quando ela ficou grávida. Charlie ainda está em uma situação pior, nada, absolutamente nada importante aconteceu com ele. Em alguns momentos, infelizmente, Lost parecia Malhação. Se eles estão indo de mal a pior, o que dizer dos personagens da cauda do avião? Cindy, ninguém sabe, ninguém viu. Ana Lucia entrou pra matar a Shannon? Libby vai virar arroz de flashback. Bernard não tem estória suficiente pra virar principal. Eko... Bom, se podemos dizer que um personagem se destacou (apesar de aparecer pouco), foi ele. Se alguns personagens ficaram apagados, o que dizer do Lostzilla? Uma única aparição para o maior destaque da primeira temporada? Talvez a explicação do Lostzilla não seja tão boa assim, ou seja, quanto mais os fãs se esquecerem da existência dele, menor será a decepção. Desmond precisava ficar fora toda a temporada? Rousseau não podia ter feito outras visitinhas ao acampamento dos Losties?Espero que na terceira temporada os autores não se esqueçam tanto assim dos personagens e de suas características.

Melhores e Piores
Melhor episódio – 2x07 – The Other 48 Days
Pior episódio – 2x05 – ...And Found (Jin e Sun)
Melhor ator - Adewale Akinnuoye-Agbaje (Eko)
Pior ator – Dominic Monaghan (Charlie)
Melhor atriz: Nenhuma merece.
Pior atriz: Evangeline Lilly (Kate)
Melhor flashback: The 23rd Psalm (Eko)
Pior flashback: Fire + Water (Charlie)
Melhor personagem: Sawyer
Pior personagem: Michael
Melhor personagem novo: Eko
Pior personagem novo: Ana Lucia
Melhor casal: Jin/Sun
Pior casal: Jack/Ana Lúcia
Melhor cena: Entrada na escotilha (2x01)
Pior cena: As que o Locke perde a cabeça. Totalmente incompatível com a primeira temporada.
Melhor surpresa: O desmond e toda a Dharma (2x01)
Pior surpresa: Nova escotilha (2x21) – Sim, eu não gostei.
Momento eletrizante: Toda a seqüência da morte da Shannon. (2x06)
Melhor emocionante: Quando o Sayid desmascara o falso Henry Gale.
Personagem que surpreendeu: Shannon. Nos seus últimos minutos, vimos que ela era uma pessoa melhor do que aparentava ser.
Melhor cena cômica: Hurley insinuando se Jin e Sun tiraram o atraso =P. (Empate com Hurley brigando com o Sawyer).
Maior descoberta da temporada: Barba falsa dos Others.