30/04/2006

Damon Lindelof fala sobre o final da temporada

Segundo nota de hoje do Tail Section, Damon Lindelof revelou alguns segredos do que esperar do final da 2ª temporada e o que ele disse parece realmente confirmar a sinopse oficial da ABC.

"Nada menos que uma epopéia" é o que o co-criador da série Damon Lindelof promete do final da temporada. "Teremos a jornada de um pai para recuparar seu filho. A resposta para as questões que cercam a escotilha e o retorno do homem que as fez primeiro." (Só pode ser o Desmond, certo?) E, é claro, "um novo mistério surgirá e fixará as bases para a 3ª temporada inteira e nos deixará loucos pelos próximos meses.

A nota do Tail Section inclusive sugere que esse final deve ser diferente daquela da 1ª temporada que nos deixou esperando uma revelação maior. Parece que dessa vez teremos algo inteiramente novo para mastigar.

Josh Holloway: Homem 'Lost'... Encontrado

Josh Holloway mostra o que é preciso para construir seu próprio paraíso.

Entrevistado por: Mike Zimmerman para a revista Men's Health (maio de 2006)
Tradução: Davi Garcia
30/04/2006

Você compraria uma casa desse homem?

Apenas 2 anos atrás, os habitantes de Los Angeles estavam à beira de ter Sawyer 'empurrando' propriedades a eles. Josh Holloway - que faz o golpista de língua afiada no megahit Lost - estava bem perto de ter seus rosto em anúncios de vendas de telhas, em vez da telinha como o mais intrigante personagem da série mais intrigante da tv. O ator de 36 anos fez o exame de 'real-estate' em 2004, porque, como ele diz, "não podia viver de atuação."

É engraçado imaginar sua lábia de vendedor com sua confiante voz arrastada da Georgia: "Madame, esse conjugado tem vista para o oceano, e o sistema escolar é ótimo. Eu vou levar 3% de comissão, mas preciso receber adiantado. Contas pequenas, se você entende." Com seu cabelo desgrenhado, sua barba por fazer, e seu olhar dissimulado, você tem que se indagar se alguém confiaria a ele qualquer pagamento. É claro que na verdade Holloway mantém uma distância considerável de sue personagem: Ele é muito mais carismático e engraçado do que seu alter ego da tv.

Mas agora, ninguém vai ouvir seu discurso de vendas de propriedades. Ele chegou a Lost enquanto esperava por sua licença de agente pelo correio. O que ele lembra a seguir é que foi para o Havaí com sua então namorada Yessica Kumala e entrou para a história da televisão. E seu visual beneficia seu novo papel na vida. Ele corre cerca de 8,5 km, está em forma, e tem a presença de uma estrela do rock. O que nos leva a imaginar porquê ele não encontrou o estrelato mais cedo. Mas se ele tivesse, não teria aprendido uma única coisa sobre como construir seu próprio paraíso.

É uma coisa engraçada, já que ter o céu na terra exige muito trabalho duro. Você mesmo tem que construí-lo, seja uma vida solitária em um bangalô de frente para a praia, ou uma esposa e 2 filhos em uma casa do fim da rua, ou com vista de cobertura com um animal de estimação. Verdade para mim e para você, verdade para Holloway.

O ator que agora habita seu nirvana em Oahu - uma esposa, um lar, um belo trabalho - estava preparado para construir uma versão menos glamourosa em L.A. Aquela licença de agente representou um objetivo diferente: uma vida responsável, e provavelmente mais próspera, a julgar pelo carisma de Holloway. Mas, mais importante, seu comprometimento com o trabalho de 'real-estate' era um sinal tangível de uma realização a que ele chegou: que ele não estava retardando o último passo de um grande relacionamento com Kumala.

"Eu estava dando passos para fazer alguma coisa, " ele diz sobre a licença. Depois de tudo, ele tinha chegado aos 30. Atuar dificilmente parecia trabalho, sobretudo porque ele não conseguia nenhum. Ele queria deixar as dívidas. Ele queria uam casa. E, mais ainda, ele queria propor casamento à Yessie, mas sentiu que não podia sem antes se estabelecer co msucesso em alguma coisa.

"Eu fiquei esperando a chance de pedí-la por pelo menos um ano. Mas não podia. Eu não tinha nada a oferecer. Eu queria ser o provedor. Eu queria estar orgulhoso do que eu faço."

A audição de Lost foi a última tentativa de Holloway nessa batalha particular, e ele venceu. Agora ele pôde construir essa nova vida, superar as dívidas, e casar com essa doce moça. "Eu era tipo, 'Ahh!'" ele diz com um largo sorriso. "Agora eu posso olhar nso olhos da mulher que eu amo e dizer, 'Eu te disse que era um ator, maldição!' Estou confiante agora! Essa é uam coisa essencial pra mim. Estou orgulhoso disso."

E essa é parte do porquê Holloway pode olhar para o passado e ver a sorte que o colocou em Lost. Se não fosse isso, teria sido outra coisa. Contanto que você esteja atado em uma tarefa, o paraíso não é onde você termina; é onde você se encontra.

Aqui vemos como ele mantém as boas coisas que encontrou.

CASAMENTO: MARQUE E ESQUEÇA

Desde que uma revista de celebridades colocou Holloway como o "cara mais quente da tv", ele agora está numa posição de provocar qualquer mulher no planeta. E ele sabe disso. Ele também sabe que não fará nada nesse sentido. "Há um Hugh Hefner (fundador da playboy e conhecido amante das mulheres) que vive em todo homem," Holloway diz com um largo sorriso dissimulado. "Então quando Lost decolou, parte de mim pensou, eu fujo? Claro que não. Eu estava loucamente apaixonado pela minha mulher, então casei com ela."

Mas ele está feliz que sua esposa possa lidar com a atenção que seu marido tem chamdo ultimamente. "Minha esposa é uma mulher muito confiante. E eu gosto disso. Eu não poderia ter me casado com uma pessoa ciumenta e grudenta. Estou apaixonado. Eu ainda gosto de olhar em volta, mas respeitosamente, e sem segundas intenções. Isso me faz bem. Casado, não enterrado, eu sempre digo."

E desde quando o casamento significou a morte do Hefner interno de algum homem? Com todo o medo do comprometimento e o discurso "Uma vagina pelo resto da sua vida!", nós esquecemos que o casamento é simplesmente mais uma coisa no caminho da vida que queremos. Holloway acredita que se você encontrou uma mulher, você tem uma parceira. Agora você pode ser o playboy dela e deixar todo o resto para trás. Concentre-se em contar o resto da sua história - o trabalho, a casa, o dinheiro - ou, como Holloway coloca, "torne-se genuíno."

VIGOR FÍSICO: USE A VAIDADE COMO VANTAGEM

E se você pudesse ser demitido porque seu corpo não tem uma boa aparência? Essa é a realidade em que Holloway está. "É ridículo o padrão que foi estabelecido," ele diz sobre os manda chuvas de Hollywood. "O que aconteceu com o simples exercício abdominal? Agora tudo é exagero!"

Mesmo feliz por ter sido escolhido para ser a capa da Men's Health, Holloway tenta ser realista sobre seu corpo. "O cara em mim está vivo e bem," ele diz com uam risada. "Eu gosto de beber cerveja. Mas com 36 anos, eu não me importo se você só tem um cocktail à noite; isso quebra o galho! Se eu pudesse mudar uma coisa, seria a auto consciência sobre meu corpo. Eu me sinto como se estivessefora de forma o tempo todo. Finalmente, eu vou apenar ter que desistir de tentar ser Brad Pitt em Clube da Luta. Eu não sou isso, você entende?"

"Mas aqui está o que eu gosto sobre a pressão da vaidade: ela te mantém em forma. Eu gosto de ter que melhorar e representar, porque isso me força a me cuidar."

Assim seu plano de fitness é sobre "manter-se magro, e em forma." Ele acredita firmemente que deve separar a casa da academia. "Quando o tempo vale ouro, a academia é a saída. Você encontra aquela malhação mais rápida, dura e precisa." Isso significa treinamento com pesos 3 dias na semana, mais kickboxing, corda, ou esteira.

Nos fins de semana, quando o tempo não é tão escasso, Holloway usa a geografia local. "Eu tenho um belo caiaque para um belo exercício de braços e abdominais," ele diz. "Também, há montanhas atrás da nossa propriedade com trilhas que nunca terminam, então temos passeios bem duros."

LAR: PROTEJA O QUE VALE

Nenhum paraíso é perfeito. Muitos fãs de Lost sabem que Holloway e sua esposa foram assaltados à mão armada na casa deles às 4 da manhã do dia 12 de outrubro de 2005. Como Holloway conta, "Eu chamo isso do caso de ter a arma errada na sua mão. Eu levantei para ir ao banheiro mijar e estava quase nú. Eu abro a porta do quarto, e tem um cara com uma 9 milímetros. 'Você, arma errada. Cara, eu podia atirar em você , mas talvez eu te mate, certo?' Ele usava uma meia na cabeça, e está gritando, 'Você quer tomar tiro?" O cara estava fora de si, tremendo e essa é a parte mais assustadora. Eu queria que ele se acalmasse, então apenas continuei conversando com ele. Ele vai puxar o gatilho? Não. Eu senti mais e mais que nós o assustamos, e em vez de fugir, ele veio na nossa direção. Ele apenas dizia, 'Onde está o dinheiro, onde está o dinheiro?' "

Nesse ponto, Holloway começa a rir. "A maior parte de mim queria gritar, 'Olhe ao redor! Está tudo em construção! Peça ao meu empreiteiro!' Eu apenas peguei a carteira da minha mulher próxima à cama e joguei para ele. Mas ele estava tão amedrontado que não conseguiu sequer passar pela porta." Holloway ri ainda mais. "Ele disse, 'Você está me sacaneando?' e eu, 'Cara, essa é uma porta corrida!' "

Holloway acha isso tudo muito engraçado agora. Mas levou u mtempo. "Oh, isso é muito chato," ele diz. "Quando você é assaltado, a energia fica. E isso foi na nossa própria casa. Então eu não podia falar com ninguém sobre isso. Nós tinhamos queque recuparar nossa vida primeiro."

Ele tomou algumas atitudes: vigilância com câmeras e um sistema de segurança. Mais uma arma que não deixa o quarto. Se alguém invadir de novo, Holloway e Yessie vão simplesmente se trancar dentro do quarto e esperar a polícia chegar. E se essa pessoa decidir chutar a porta do quarto? "É pra isso que temos a arma," Holloway diz, com um pouco daquele olhar mortal de Sawyer.

Então aqui surge a pergunta que a maioria do homens se faz, mesmo que não enfrentem a situação: Eu devo atacar o atacante? Holloway - cujo personagem se apropriou de todas as armas em Lost - pensou sobre isso.

Não importa o quão tentador, seja o jogo do sacana, ele diz. "Você gosta de pensar que, hey, assim como nos filmes, você poderia tomar a arma da mão do cara e tudo mais. Mas isso funciona assim. Você encara uma arma e sobrevive, você fez algo certo." Ele pausa, e então sorri. "Mas isso ainda me deixa 'p' da vida!

CARREIRA: LIDE COM A REALIDADE, NÃO COM SONHOS

Quando se trata do emprego dos sonhos, ficar rico e ter sucesso, soa lugar comum dar conselho como "persevere, esforce-se, siga o seu sonho," mesmo que isso seja exatamente o que você precisa fazer. Principalmente porque esse conselho em particular viria de um homem que tem mais a dizer da vida agora do que muitas pessoas terão.

Mas Holloway realmente entende o que ele tem, porque ele tem seus momentos de apoio. Então o que ele defende é que apenas sejamos realistas. Você precisa se preparar para o exame de real-estate, mas continuar perseguindo seu sonho ao mesmo tempo. Continuar a ir naquelas audições para qualquer papel na vida em que você estiver depois.

Holloway teve que fazer exatamente isso. Atuar é a única coisa que fez sentido para ele. "Vivo a minha verdade. Há muitos seres humanos bem sucedidos e deprimidos e muitos belos seres humanosque não alcançam o sucesso. Mas é assim que defino o sucesso: estou feliz?"

E juntar uma pilha de dinheiro enquanto você está perseguindo a felicidade não é má idéia, também. "É como um amigo me disse sobre atuar, e se aplica a tudo: Apenas faça um bom trabalho e o dinheiro virá. Isso é tão verdade. Coloque seu coração nisso, ame, divirta-se, e o dinheiro vém. Ou não!" Ele sorri discretamente, talvez por causa do destino cruel que ele cuidadosamente deixou de lado. "E se ele não vier, pelo menos você ainda está sendo verdadeiro. Isso é o suficiente."

Veja aqui os scans da entrevista e as fotos.

29/04/2006

2 Novos Promos Americanos 2x20 "Two for the road"

Bad Twin chega às livrarias

Chega às livrarias americanas na próxima 3ª feira dia 02 de Maio, mais um livro relacionado à Lost. Intitulado Bad Twin (Gêmeo Mau em português), o livro lançado pela Hyperion Books, companhia irmã da ABC (ambas pertencentes ao grupo Disney) difere dos lançamentos anteriores por não ter relação nenhuma com a trama da série, sendo que seu único e grande apelo é o de que teria sido escrito por Gary Troup, um dos passageiros não sobreviventes à queda do vôo 815. O livro que é inteiramente ficcional, já foi mostrado e citado na 2ª temporada (mais precisamente no episódio 2x13 “The Long Con”) quando vimos Hurley lendo parte da obra e a definindo como um mistério. Se o livro é bom, por enquanto só os americanos poderão dizer, mas não duvido que em breve alguma editora brasileira publique-o por aqui também.

Descrição do livro:
Algumas vezes o mal tem um rosto familiar...

Paul Artisan, I.P. (investigador particular), é uma nova versão de uma antiga raça, um corretor de erros, alguém guiado para ir a fundo nas coisas. Pena que seus casos mais comuns sejam de uma chata variedade de más condutas e fraudes. Pelo menos até agora...

Sua nova tarefa gira em torno do desaparecimento de um de uma dupla de gêmeos, adultos descendentes de uma rica, porém trágica família. O gêmeo desaparecido – um rapaz carismático, porém conhecido por sua irresponsabilidade – passou a vida desafiando as pessoas a odiá-lo, se penitenciando infinitamente por suas confusões e mau comportamento. O outro gêmeo – cliente de Artisan – ressentido em igual medida, e atordoado que sua “outra metade” tenha se desvirtuado tanto, é castigado pela culpa de sua inabilidade para regenerá-lo. Mas ele tem uma outra razão mais prática para querer que seu irmão seja encontrado: o pai deles já louco, com a saúde debilitada e com segredos próprios, não dividirá a fortuna da família até que os dois estejam juntos.

Mas não é só a fortuna que está em jogo aqui. A verdade por si mesma quer vir à tona, na medida em que as descobertas do detetive parecem desafiar tudo o que pensamos saber sobre identidade, natureza humana e família. Em sua viagem ao redor do mundo para achar o gêmeo mau (bad twin), ele parece ter caído em um mundo paralelo onde amigos e inimigos são muito parecidos. O investigador pode ter sua tão aguardada oportunidade de colocar sua coragem e ideais à prova, mas se ele não chegar ao fundo de seu caso logo, este pode muito bem lhe custar sua própria vida.

Bad Twin, o aguardado livro de Gary Troup é um romance recheado de suspense que toca em muitos temas fortes, incluindo a conseqüência da vingança, o poder da redenção, e para onde se virar quando tudo parece perdido.

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E a julgar pelo que encontramos dentro do site de Gary Troup, mais novidades podem estar a caminho, como por exemplo a de um outro livro dele intitulado The Valenzetti Equation (A Equação Valenzetti). A palavra 'Valenzetti' para quem não teve a chance de perceber, aparece no mapa visto por Locke no episódio 2x17 "Lockdown". (Para ver o mapa clique AQUI)

The Valenzetti Equation é descrito da seguinte forma no site:
E se uma equação matemática pudesse prever o Apocalipse? Usando material secreto recentemente liberado e várias horas de entrevistas com antigos funcionários das Nações Unidas e membros proeminetes da área de defesa e acadêmica, o autor de best sellers Gary Troup direciona seu apurado senso de mistério em torno de um dos mais intrigantes enigmas matemáticos de nosso tempo.

Alguém curioso?

Texto e traduções por Davi Garcia

28/04/2006

Três grandes redes de tv se juntam para exibir 'Lost Experience'

Três grandes redes de televisão - ABC, Channel 4 da Inglaterra e a australiana Seven - anunciaram a exibição da 'Lost Experience', um tipo de jogo interativo baseado na série de sucesso internacional Lost.
Lost Experience incorpora mais de 20 retransmissoras de 5 continentes, fazendo desse o maior desafio global baseado em uma série de tv. Um release de imprensa diz que 'Lost Experience' vai seguir uma história paralela não apresentada na transmissão de tv e é designada para que tanto os fãs da série quanto aqueles que não a conhecem possam participar. A experiência dará insights para revelar alguns dos segredos da ilha àqueles mais habilidosos para coletar pistas, fazer as conexões e encontrar as respostas. As pistas vão aparecer primeiro no dia 2 de Maio na Inglaterra, no dia 3 de Maio nos EUA e no dia 4 de Maio na Austrália.

Embora a 'Lost Experience' seja baseado na internet, os participantes não devem pensar que essas pistas ficarão limitadas ao mundo virtual. Toda e qualquer plataforma tem o potencial de conter segredos escondidos do mistério. "Como parte da iniciativa pioneira de marketing, a 'Lost Experience' dá o mistério, intrigas e reviravoltas que Lost dá como uma série de televisão", disse Mike Benson, Vice Presidente senior de Marketing da ABC. "Com Lost sendo o fenômeno global que é, nossa parceria com o inglês Channel 4 e a australiana Seven aumenta os desafios ao redor do mundo para participantes que procuram inventividade e persistência. É como um grande e misterioso quebra-cabeça que ganha vida para que o mundo inteiro resolva, seja você fã da série ou não," ele diz.
Tracy Blacher, chefe de novas mídias de marketing no Channel 4, disse, "Nós queremos achar um meio que permita à audiência de Lost envolver-se com com a 2ª temporada de uma forma genuinamente inovadora e criativa. Estamos felizes por trabalhar com a ABC e a rede australiana Seven para desenvolver uma experiência verdadeiramente nova que refletirá a natureza da base internacional de fãs de Lost."
"Estamos muito orgulhosos por fazermos parte dessa campanha," disse o diretor de programação e produção da rede Seven. Será uma diversão real para o público de Lost na Austrália. Essa forma adicional de contar uma história é parte do futuro das grande séries de tv e estamos empolgados por estarmos à bordo," ele acrescentou.

Original no The Hindu
Tradução por Davi Garcia

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Agora alguém por favor me explique por quê o AXN não entrou na onda também? Sério, se o Channel 4 da Inglaterra que sequer começou a exibir a 2ª temporada pôde aderir à essa interessante iniciativa, por que os fãs brasileiros não receberam o mesmo tratamento? Ok que irão dizer que a logística operacional disso é cara, mas poxa, será que a série de maior audiência da tv à cabo não merecia um tratamento melhor aqui no Brasil?

Evangeline Lilly caminhando pelas ruas

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A musa de Lost caminhando pelas ruas, detalhe no fone de ouvido super discreto dela!


Mais Fotos

27/04/2006

CARA, EU NÃO SOU LOUCO...OU SOU ?

Por Carlos Alexandre
Quando se assiste LOST pela primeira vez, a tendência é um mergulho de cabeça na série. Um salto louco, insano mesmo...e apaixonado. Esse arrebatamento tem conseqüências mil: de discussões infindáveis em fóruns, mailing lists e comunidades no Orkut à realização de sites como este que você lê agora - pra matar a curiosidade de alguns, "Dude, We Are Lost!" foi criado por pessoas afins que freqüentam um grupo orkutiano sobre a série e dele participam assiduamente.

Mas como toda paixão, a nutrida por LOST acaba afetando também as pessoas ao redor que não acompanham a atração. Ora impressionadas, ora contagiadas - e até mesmo em algumas ocasiões incomodadas -, não é raro ouvir delas frases como: "Você está vendo demais essa série!". Se isso já aconteceu contigo, é tempo pra refletir:

VOCÊ SABE QUE É LOUCO POR LOST QUANDO...

...você vai passear numa floresta ou bosque e fica procurando escotilhas por todo o canto;

...ouve Oasis e pensa: "Pô, esses caras copiam o DriveShaft descaradamente!";

...vai pegar algo na despensa de casa e fica imaginando o logo da Dharma nas compotas e latas;

...procura os "bad numbers" em tudo: na hora em que acorda, nos prédios, linhas de ônibus e nos bilhetes de cinema e teatro - e quando acha algum deles dá uma risadinha de satisfação;

...começa a falar sozinho "baaaaaad robot!" no fim de cada atração televisiva, independentemente de se tratar de Lost ou não;

...alguém te impõe um empecilho em algo e você retruca: "Não me diga o que não posso fazer!";

...não pode mais ver um octógono que já lembra da organização de Alvar Hanso;

...vai à churrascaria e fica louco pra provar carne de javali;

...vê no Discovery Channel ou no National Geographic um urso polar na Antártida e por um segundo que seja pensa que ele está no habitat errado;

...se depara com um fusca vermelho na rua, acha o máximo e fica com vontade de tirar foto ao lado dele - e também procura um careca no comando do veículo;

...japoneses ? chineses ? Nada disso: todo oriental na verdade é coreano ou descende de um - ou se você tem olhos puxados e é chamado de "Jin" ou "Sun", adora o novo apelido;

...pensa e finge que TODOS os labradores de pêlo claro se chamam Vincent, chamando-os inclusive pelo nome sempre que passam por um;

...não pode mais ouvir falar em transplante de rim que te dá um aperto no coração;

...sorteios da megasena ganharam uma conotação toda especial;

...seu inglês tem agora um surpreendente sotaque iraquiano;

...machuca o dedo e logo aproveita pra colar nele um esparadrapo e escrever algo em cima;

...numa mesa de bar, bebericando entre amigos, em vez de brindes você propõe rodadas de "Eu Nunca";

...sabe que nunca mais vai pegar um vôo na vida sem pensar no 815.

* * *

É...parece que teremos mais perdas no fim desta segunda temporada. Mas quem receberá a visita da Dona Morte ? Isso é papo pra próxima coluna.


* * *

pensamento da semana: Cada país tem a Oceanic Airlines que merece.

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Carlos Alexandre Monteiro, vocalista e guitarrista do Netunos - http://www.netunos.com.br -, está sofrendo que nem um condenado na espera pelo 20º episódio...

Quebrando a cabeça com Lost

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Que Lost não é apenas uma série de tv de sucesso nós já sabemos, mas quando nos deparamos com uma infinidade de novos produtos derivados surgindo, temos que tirar o chapéu para os criadores e marketeiros de plantão, afinal não é qualquer série que consegue estar tão constantemente presente no mídia com novidades que não se restringem à tela da tv. O mais recente e comentado foi o anúncio de que em breve estará no ar o tal "Lost Experience", um site que permitirá uma grande interação entre o público e os acontecimentos da série e promete aumentar exponencialmente o interesse da já ávida legião de fãs ao redor do mundo.

Ainda que em grau menor e inicialmente surgindo como puro caça níquel, teremos também jogos em formatos tradicionais (ou nem tanto) chegando às lojas americanas. O primeiro deles da foto acima, é um simples jogo de tabuleiro que mistura trivias com a habilidade do jogador e virá embalada em caixa de metal de luxo para colecionadores. Esse jogo tem previsão de lançamento para o outono americano (primavera no Brasil) e custará US$24,99 ou 19,99 na pré-venda.

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O segundo e a princípio mais interessante - Lost Mistério da Ilha - na verdade é um pacote de quebra-cabeças que não se restringirá a uma reles montagem de peças, já que além de ser totalmente ligado à trama da série, promete após ser montado, dar pistas que juntas revelariam um grande segredo da ilha. Se é verdade não sabemos mas já dá para ficar bastante curioso, sobretudo se levarmos em consideração a descrição dada em um site de vendas.

"Os quebra-cabeças foram desenvolvidos com 'input' direto dos escritores de Lost e contém informações que não estão disponíveis em nenhum outro lugar! Considerações cuidadosas tem sido usadas para revelar o tipo de informação que os fãs vão querer ter, mas não muito a ponto de arruinar a experência de assistir à série. Os quebra cabeças são também designados de modo que as pistas secretas não possam se copiadas ou scaneadas para a internet. A arte real dos quebra-cabeças não aparecem em nenhuma parte dos boxes."

O pacote em questão terá preço de US$60 (ou 52,43 na pré-venda) e é formado por "The Hatch", "The Others", "The Numbers" e "Before the Crash". Os três primeiros tem data de lançamento previsto para junho deste ano e o quarto que o completa sairá apenas em janeiro de 2007 porque revelaria segundo o site, uma pista grande demais para esse ano.

Alguém aí interessado?

Para informações sobre como adquirir esses lançamentos cliquem aqui
Por Davi Garcia

25/04/2006

Teremos um 'Cliffhanger' no final da 2ª temporada?

Foi essa pergunta que surgiu ontem no tradicional chat da Kristin Veich do E! Online. Vejam o que ela respondeu:

E como. Falei com o chefão de Lost Damon Lindelof essa semana e ele me disse que eles tem uma nova palavra para uma certa cena supersecreta desse final. "Tivemos a 'Bagel" na 1ª temporada," Damon diz (referindo-se à cena em que Walt é seqüestrado pelos Outros e a jangada é destruida). "Dessa vez, nós temos 'a Challah'. E eu penso que seja ainda melhor que a 'Bagel'. Então estamos realmente esperançosos que a Challah não seja 'spoileada', e por isso estamos sendo bem sigilosos sobre isso. Nós não deixamos o pessoal da ABC assistir até passar a Pessach porque está fermentado, o que você entenderá se for judeu. A 'Challah' não está no papel. É algo combinado puramente de boca. E os atores que estão nessa cena nem sabem que ela existe. Eles vão simplesmente ser avisados no set.

Nota: Para entendermos as analogias utilizadas, é necessário esclarecermos alguns termos. Passover ou Pessach é a páscoa judaica, que celebra a libertação dos hebreus depois de um longo período de cativeiro no Egito, há mais de três mil anos. Assim, o sentido da cerimônia é o de louvar a libertação. Durante o Pessach, os judeus não comem nada que contenha fermento. Durante o Pessach se come a Matzá (pão ázimo, sem fermento). Já a Chalá (chalot, challah,) servida em Rosh Hashaná (ano novo judaico), é um pão redondo (muitas vezes em forma de rosca), e simboliza a continuidade e a eternidade, como o círculo que não tem começo nem fim; sem ângulos, nem arestas, simboliza o desejo de um ano sem conflitos. Bagel também é um pão de origem judaica, que normalmente tem um formato circular, e é cozido antes de ser assado.

O produtor fez esse jogo de palavras para dizer que o final da segunda temporada será mais eletrizante e instigante do que o da primeira. O segredo está sendo guardado a sete chaves, longe dos ouvidos e olhos do “spoilerentos” de plantão. Nem mesmo os atores têm conhecimento do rumo que o final de temporada tomará e, pelo visto, saberão somente na hora de gravá-lo. Se esperavam o final de Pessach para “comer a Chalá”, logo teremos notícias.

Tradução: Davi Garcia
Nota por Juliana Ramanzini

Fotos Promocionais - 2x22 - "3 Minutes"

Scans de Revistas Variadas - Emilie de Ravin


Famous Magazine (Abril de 2006, Austrália)


Hollywood Life
(Março de 2006)


Sunday (Abril de 2006)


NW (Abril de 2006)







24/04/2006

Comentários do ep. 2x08 - "Collision"

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Bem, se você não gostava da Ana Lúcia antes, imagino que passe a gostar ainda menos depois desse episódio... ou não, como é o meu caso. Na minha humilde opinião o flashback dela conseguiu sedimentar com bastante eficiência as razões do seu comportamento rude e autoritário na ilha, que na verdade como vemos na parte final, era um mero escudo que a protegia de suas fraquezas emocionais decorrentes de traumas passados, como a perda de seu bebê depois de um tiroteio por exemplo. Sim, ela era uma policial durona no melhor estilo The Shield (aquele seriado policial exibido no AXN) o que não deixa de ser uma ironia, já que Michelle Rodriguez ganhou fama fazendo exatamente este tipo de papel.

O episódio pontua bem o que caracteriza esta 2ª temporada, e mais uma vez centra as atenções para o desenvolvimento psicológico de seus personagens, bem como os relacionamentos advindos da interação, agora nova entre o grupo dos "Tailies" e o pessoal que conhecemos da 1ª temporada. Nisso destaco a chegada do Mr. Eko com o Sawyer nas costas e o posterior e breve, porém marcante encontro dele com Locke. Uma reunião que não tenho dúvidas, renderá muita coisa interessante nos episódios que vém pela frente. Falando sobre o Mr. Eko aliás, devo dizer que o sujeito ganha cada vez mais minha simpatia, não apenas por manter aquele ar de mistério, mas por ser ao que tudo indica um dos, senão o mais equilibrado dos sobreviventes. Suas ações na ilha (como ter se importado tanto pelo Sawyer) ao diálogo travado com Jack mostram bem que tipo de pessoa ele é. Um religioso talvez? Um ex-guerrilheiro convertido? Os episódios vindouros mostrarão, mas não me resta dúvida que ele vai dividir muitas das atenções que até então apenas o Locke tinha.

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E sobre os re-encontros na praia, não há muito a dizer diferente de que foram bastante emocionantes e belos. Quer seja do casal Sun-Jin ou do mais esperado Rose-Bernard, as cenas foram muitíssimo bem conduzidas, mesmo que sem diálogos, pela trilha sempre competente de Michael Giacchinno. De fato, às vezes imagens valem mais que palavras, e estas na praia sem dúvida se enquadram nessa categoria.

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Finalizando, gostaria de destacar que gostei de como toda aquela ação de Sayid cativo, Ana Lucia durona e irracional foi bem desenhada. Dos diálogos entre os dois, passando pelo flashback dela e lembrando de tudo que já sabemos sobre o Sayid, acho que a frase dele exemplifica bastante como se sentem essas duas almas perdidas na ilha: mortas em virtude de erros e acontecimentos do passado. Ele por ter sido torturador, ela por ter matado um homem a sangue frio. Gostaria de ver esse aspecto de culpa que ambos carregam sendo explorado mais à frente, e por que não, ver a redenção definitiva de ambos. Façam suas apostas.

Por Davi Garcia

Scans da "OK Magazine"




Cynthia Watros, a Libby de Lost, na OK Magazine de 24/04/2006.
Fonte: Lost Media

Perguntas e respostas com J.J.Abrams

Entrevista com J.J.Abrams – criador de “Alias” e “LOST”, escritor e diretor de “Missão Impossível 3”.
por Edward Lewine

Herói pessoal: “Rod Sterling. Em Além da Imaginação, ele fez uma das minhas coisas favoritas – pegou situações extraordinárias e as contou através de uma caracterização emocional. E eu descobri que minha casa fica a 120 metros de onde ele viveu”.

O que está sempre perto de sua cama: “Meu laptop e alguns livros e DVD’s incrivelmente obscuros, sobre como usar um programa de computador. Sou daquelas pessoas 100% viciadas em computadores”.

Seu refúgio: “Um antigo closet adjacente a meu escritório, que agora é um espaço de gravação. Lá tenho um teclado, algumas guitarras e um computador. Adoro gravar”.

Seus grandes sucessos: “Escrevi e gravei as músicas-tema de minhas séries – Felicity, Alias e LOST- e há também uma pequena gravação que fiz para Missão impossível , com meu amigo Thomas Dolby (músico)”.

Sua rotina diária: “Acordo por volta das 7hs, faço o café da manhã para meus filhos e levo os mais velhos à escola. Então vou para o escritório. Normalmente trabalho em Alias ou LOST, nos Estúdios Disney, mas atualmente estou terminando Missão Impossível 3, nos Estúdios Paramount”.

Roupa favorita: “Eu desenhei e fiz uma camiseta baseada na diferenciada placa de “não perturbe”, dos anos 40, do Chateau Marmont Hotel, em Hollywood. O hotel deveria fazer aquelas camisetas para seus funcionários!”

Grande qualidade como escritor: “Sou um escritor apressado”.

Grande defeito como escritor: “Escrevo muito rápido!”

O que não pode faltar na geladeira: “Diet Snapple, Diet Coke e blueberries. São fundamentais”.

Comida favorita: “Há um restaurante em NY chamado “Shopsin’s General Store”, e lá tem um sanduíche chamado “The Chaz”. É uma baguete, feita com peru, molho de amoras e salada de repolho, e ele acaba comigo!”

Coleções: “Ultimamente me sinto como se estivesse colecionando filhos! Mas estou fascinado por robôs – minha produtora chama-se BAD ROBOT – e tenho uma pequena coleção de robôs de brinquedos antigos, feitos de lata e um quadro maravilhoso de um robô”.

A melhor coisa em robôs: “Adoro a idéia de antropomorfizar as máquinas (dar-lhes qualidades humanas), e usar a tecnologia para lhes dar personalidade”.

Melhor “souvenir” de LOST: “Damon Lindelof, que criou a série comigo, me deu um quadro de um ramo de palmeira, que simboliza o novo, início, como um apoio ao 1º episódio”.

Melhor lembrança de Alias: “Pedi uma caricatura da série para Al Hirschfeld, e foram feitas litografias do elenco. Está pendurado no meu escritório”.

Melhor presente que recebeu de um ator: “Tom Cruise me deu uma daquelas scooters. Ainda estou tentando devolver."

O que sempre perguntam nas festas: “As pessoas querem saber o que está acontecendo na ilha de LOST. Ultimamente, têm perguntado como está sendo trabalhar com Tom Cruise”.

O que está sempre com ele: Meu BlackBerry (espécie de palm top)

Lugar favorito em casa: “Há um ótimo lugar que fica perto da piscina, tem um sofá, algumas cadeiras e uma espécie de lareira ao ar livre. É um lugar que faz você se sentir como se estivesse de férias”.

Hobbies: “Tenho uma espécie de ‘laser cutter’, então pego os desenhos feitos pelos meus filhos, escaneio e faço desenhos bi-dimensionais com eles”.

Obssessão: “Acho que caixas são uma forma de arte, e ninguém se dá conta disso. É fascinante o modo como elas são feitas. Tenho livros que adoro, sobre empacotar e fazer moldes de caixas. Às vezes uso o ‘laser cutter’ para fazer minhas próprias caixas”.

Qual foi o melhor dos últimos presentes que ganhou: “ Minha esposa me deu um cheque-presente para escolher e fazer um terno, e é algo um pouco extravagante para mim, mas não vejo a hora de faze-lo”.

Rotina de exercícios: “Tenho corrido nos finais de semana, mas antes eu era uma pessoa que ‘pertencia’ à ginástica”.

Um talento que almeja: “Quero ser um atleta melhor”.

Rotina noturna: “Chego em casa por volta das 19hs, faço as crianças tomarem banho e as coloco para dormir. Janto com minha esposa lá pelas 20:30hs. Às vezes tenho que fazer algumas edições, mas tenho um sistema montado em casa, então posso trabalhar de lá com os editores que ficam na sala de produção do estúdio. Vou dormir por volta da meia noite”.

A maior concepção errada sobre sua vida: “Que o que eu faço é trabalho em vez de diversão”.

Filme que mais assiste: “ ‘Tubarão’, simplesmente porque é um grande filme. Também ‘Núpcias de Escândalo’, que é “impossivelmente perfeito’”.

Livro que mais lê: “A resposta mais comum é algum livro que lemos na infância, mas a resposta honesta é que são os livros que lemos para os nossos filhos. Mas gosto muito de ‘O Rei de Havana’. É um livro ótimo”.

Tarefa doméstica na qual é mais meticuloso: “Com três filhos, você simplesmente tenta sobreviver. Não pode ser exigente”.

Artigo obsoleto do qual não consegue se desfazer: “Tenho uma quantidade de teclados que hoje são totalmente obsoletos, mas que provavelmente nunca vou jogar fora”.

Rotina de viagem: “Não uso escada rolante em aeroportos. Não sei porque, mas sempre uso as escadas comuns. Agora minha esposa e meus filhos fazem isso também. É uma das partes dolorosas de se viver comigo”.

Pesadelo de viagem: “Sonho seguidamente que estou viajando de avião e ocorre algum problema. Eu tive um destes sonhos quando estava em um avião. Acordei de um pesadelo de acidente aéreo, dentro de um avião! Foi muito desconcertante”.

Superstição: “Eu bato na madeira”.

“Técnica” de procrastinação: “Como gosto de fazer muitas coisas – desenho, música, escultura e pintura – sempre há o que fazer ao invés de trabalhar. Basicamente, não escrevo, a não ser que já esteja no final do meu prazo”.

Maior satisfação pessoal: “Qualquer coisa relacionada à computadores ou música, eu compro”.

Invenção sem a qual não consegue viver: “Meu McIntosh. Eu uso em tudo que faço. Uso para escrever, músicas, efeitos sonoros, efeitos especiais, design gráfico, internet. Uso o dia todo, em um grau descontroladamente insalubre”.

Propriedade mais querida: “Tenho uma ‘caixa de mistérios’, que comprei na Tannen’s Magic de NY. É uma caixa de cartões com perguntas impressas. É uma daquelas coisas que você compra por U$15, e seu conteúdo vale no mínimo U$20. Eu nunca a abri, e adoro o fato do misterioso valor que possui enquanto eu não abrir”.

Carro que possui: “Um Toyota Prius. Eu tinha um Porsche, e sinto muita falta dele, mas o Prius é ótimo. Também pelo fato de que você não pode levar crianças em um Porsche”.

Próxima grande aquisição: “Nos últimos anos, nós temos alugado uma casa em Camden, no Maine. Adoraria comprá-la”.

Figura histórica que gostaria de conhecer: “Aristóteles. Qualquer coisa que Rod Sterling não pôde fazer, Aristóteles terá abrangido”.


Fonte: Lost Media
Tradução: Ester Arieta Moreira

23/04/2006

Fim de linha? Adeus? Será? - SPOILER GRANDE

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É, parece mesmo que a guilotina está pronta para fazer novas vítimas nessa reta final de temporada. Com o cheiro de sangue rondando a ilha e os boatos tomando cada vez mais corpo, chega um momento em que o segredo acaba escapando como aconteceu hoje, segundo nota do Tail Section, uma fonte 99% confiável quando o assunto são spoilers da série. Se quiser saber mais, selecione o texto a seguir.

Michelle Rodriguez (Ana Lucia) e Cynthia Watros (Libby) estão oficialmente fora da série. Havia especulação de que Cynthia sai porque arranjou outro trabalho, mas isso não é verdade. Ela começou a procurar emprego porque seu contrato não seria renovado. Com Michelle as circunstâncias são as mesmas: forças na hierarquia da ABC 'solicitaram' aos produtores de Lost que se livrassem delas por causa da repercussão negativa decorrente do envolvimento delas com questões judiciais.

Harold Perineau (Michael) também está deixando a série depois que as negociações de contrato acabaram não chegando a um acordo meses atrás. Seus agentes ficaram chateados por causa do bônus oferecidos ao considerado personagem chave da série.

O que parece corroborar ainda mais a saída de Michelle Rodriguez, é sua prometida aparição no programa de entrevistas "Regis" imediatamente após seu episódio de flashback, exatamente como aconteceu com Ian Somerhalder (Boone) e Maggie Grace (Shannon) depois que seus personagens morreram.

Aguardemos ansiosamente para confirmar a informação.

22/04/2006

Vídeo Promo de Lost Reckoning


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Essa semana ainda não teremos episódio inédito nos EUA, mas em compensação vém aí mais um resumo da série. "Reckoning" vai relembrar os principais eventos desta 2ª temporada preparando terreno para a fase final a partir do próximo dia 03 de Maio.

Clique AQUI para baixar o vídeo

J.J. Abrams criador de Lost, no comando do novo 'Jornada nas Estrelas'

De acordo com com o The Daily Variety, J.J. Abrams, criador das séries de tv Lost e Alias e diretor de Missão Impossível III irá dirigir o 11º filme da franquia Jornada nas Estrelas. Abrams vai trabalhar com os roteiristas de "M:I 3" Alex Kurtzman e Roberto Orci, e com os produtores de Lost Damon Lindelof e Bryan Burk. A aparição mais recente de Jornada nas Estrelas não teve muito sucesso. O filme de 2002 "Jornada nas Estrelas: Nemesis" foi um fracasso conseguindo uma bilheteria de US$43 milhões, menos que qualquer um dos 9 filmes anteriores. As séries de Tv também não vão muito bem: Enterprise foi cancelada no ano passado, depois de quatro temporadas, por baixo índice de audiência. O novo filme de Jornada nas Estrelas ainda sem título, tem previsão de lançamento para 2008 pela Paramount, e vai focar os primeiros dias de James T. Kirk e Spock, incluindo seu primeiro encontro na Academia e sua primeira missão pelo espaço. "Jornada nas Estrelas", criada por Gene Rodenberry, foi ao ar pela primeira vez em 1979 como uma minisérie. Mas seu incrível sucesso fez a série ganhar seis spin offs (726 episódios no total) e a transformou na segunda franquia mais longa do cinema, depois de James Bond.

Estrela de Lost em outra série

Por Gina Serpe
para o E! online


Mais um virando pó?

Por mais que os produtores se esforcem para evitar o vazamento de informações, quando uma das estrelas de Lost é escalada para se juntar a outra série de tv, a impressão que fica é a de que o destino dessa pessoa na ilha está selado.

(ALERTA DE SPOILER: Se você não quer saber sobre uma possível morte em Lost, pare de ler agora)

De acordo com o The Hollywood Reporter, Cynthia Watros, que faz o interesse amoroso de Hurley, Libby, foi escalada em um piloto de uma nova comédia da CBS, levantando dúvidas sobre continuar viva por mais uma temporada de Lost.

Watros assinou para fazer com Tom Cavanagh a comédia “My Ex-Life”, centrada em um casal divorciado que se torna melhores amigos ao dividirem a custódia de seus filhos. A série está prestes a entrar na grade da CBS que será anunciada no próximo mês.

No que parece ser uma tentativa de minimizar a revelação de pontos na trama de Lost, a nota do Reporter diz que Watros se comprometeu a aparecer como estrela convidada e não como regular na série. Contudo, com sua personagem sendo um dos dois pais divorciados em “My Ex-Life”, parece que esse papo de estrela convidada deve ser cortina de fumaça.

Como é de costume, os produtores de Lost não se pronunciam. Eles já mataram um regular nessa temporada – Shannon (Maggie Grace) foi atingida acidentalmente por um tiro disparado por Ana Lucia (Michelle Rodriguez) – mas com a tensão crescendo entre os Losties e os Outros, seria surpreendente se não houvesse pelo menos mais um túmulo sendo cavado na ilha.

Watros é uma dos três atores regulares que se juntaram à Lost nessa temporada, ao lado de Michelle Rodriguez e Adewale Akinnuoye-Agbaje (Mr. Eko). Os três estavam com os ‘tailies’, o grupo que estava na parte traseira do avião e sobreviveu no outro lado da ilha.

Os fãs já andaram especulando sobre quem seria o próximo tailie a partir, com os rumores iniciais rondando Michelle Rodriguez como o alvo. Rodriguez e Watros foram ambas detidas sob acusação de direção influenciada por álcool no ano passado. Watros acabou fazendo um acordo e perdeu a licença para dirigir, mas Rodriguez, que enfrenta problemas legais potencialmente mais sérios por estar em condicional de um outro caso, irá a julgamento na próxima semana. Reportagens de tablóides sugeriram que Rodriguez seria uma encrenqueira nos sets, e que sua personagem nunca teria caído nas graças do público depois de ter matado Shannon.

Mas os produtores procurando desmentir a saída de Ana Lucia – ou ao menos criar um despistamento – dizem que a vida pessoal dela não afetaria sua continuidade na série.

Fatos que podem reforçar a possível saída de Watros, é o precedente de outros atores que assumiram a participação em pilotos de outras emissoras.

A mais notável pode ser Drea de Matteo, que apesar das negativas, acabou demitida da Família Sopranos logo após assinar para fazer Joey. Mais recentemente temos Dennis Haysbert (o presidente Palmer de 24 Horas) que anunciou ano passado que se juntaria ao drama da CBS The Unit. Ao final do 1º episódio da atual temporada de 24 Horas, o presidente David Palmer estava morto.

Lost finaliza sua 2ª temporada (nos EUA) com um episódio especial de 2 horas no dia 24 de Maio. Enquanto isso reze por Libby.

Michelle Rodriguez na Revista People

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Michelle Rodriguez na Capa da Revista People em espanhol

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A viagem pelo mistério continua

Por Michael Idato
para o site australiano The Age


Lost a série sensação do canal Sete, com seus ursos polares, sinais de rádio com mais de 16 anos, números da loteria amaldiçoados e um sinistro projeto Dharma, é o quebra cabeças chinês definitivo – quanto mais perto de juntar as peças, mais misturadas elas ficam.

“Essa é a analogia perfeita,” diz o co-criador, produtor e roteirista da série, Damon Lindelof.

“Qualquer série de tv, ao menos que seja construída como uma minisérie, que tem início, meio e fim, é bem complicada de se fazer. O quebra cabeça vai se tornando cada vez mais complicado, e em uma séria construída para dar respostas mitológicas, como você não responde essas questões mas continua com a série de uma forma atraente ao público?”

Lost estreou em 2004 com um episódio piloto de alto orçamento que mostrava os sobreviventes do vôo 815 da Oceanic presos em uma ilha do Pacífico. Alcançou índices espetaculares de audiência e desenvolveu um mistério atraente. À medida em que a série caminhava, o centro desse mistério se tornou a escotilha enterrada no interior da floresta da ilha. O que havia dentro dela foi ‘a’ pergunta, que Lindelof e o co-roteirista Carlton Cuse não responderam no final da 1ª temporada.

O público obviamente não ficou contente, então a dupla deu uma resposta na abertura da 2ª temporada com uma avalanche de informações intrigantes. “É a parábola de Goldilocks sobre como você acha o mingau que está bem na sua frente,” Lindelof diz. “Marc Cherry, nosso colega que faz Desperate Housewives, respondeu o mistério fundamental no final da 1ª temporada e as pessoas ficaram extremamente satisfeitas. O efeito colateral, já na 2ª temporada, era as pessoas dizendo que gostariam que ele não tivesse respondido. Então você se está condenado se dá e condenado se não dá... Eu não acho que Marc tenha feito certo ou nós tenhamos errado, ou vice versa.”

A 2ª temporada de Lost é dramaticamente diferente da 1ª. Aquele foi feita como uma série que fala de um acidente aéreo e uma ilha misteriosa. A 2ª direcionou a ação para dentro da escotilha e atou o mistério em uma conspiração desenvolvida. “A 1ª temporada era incrivelmente focada nos personagens, e a maioria do mistérios desafiadores para nós enquanto escritores era descobrir quem eram aquelas pessoas,” Lindelof diz. “A 2ª temporada é sobre a ilha de muitas maneiras, e é hora de começar a fase de exploração da série.”

Cuse, que co-escreve muitos dos episódios chave com Lindelof, acredita que há 2 tipos de séries de tv: franquias e históricas. “Essa é do tipo histórca,” ele diz, “e onde estamos é onde a história nos trouxe, até o próximo passo. Nós sentimos que precisávamos responder alguns dos mistérios. A escotilha foi aberta então quando voltamos fizemos um esforço considerável para responder algumas dessas questões.”

O que nos traz ao “The Other 48 Days”, que revela o que aconteceu com os sobreviventes da parte traseira do avião nos primeiros 48 dias desde o acidente. Já conhecemos Eko, Bernard, Libby, Cindy e Ana Lucia. E essa última já ficou marcada nessa temporada depois de atirar e matar uma das personagens principais do elenco na 1ª temporada.

É uma virada marcante na história, mesmo que por um episódio, de um grupo de novos personagens em um novo ambiente, e isso sugere uma confiança na narrativa que é rara na tv. “A série constantemente nos força a pensar e experimentar coisas que não experimentamos antes porque as narrativas eram limitadas,” Lindelof diz. “Quando as pessoas viram o piloto disseram, ‘Como isso pode ser só uma série de tv?’, e as coisas não ficaram fáceis e sim mais difíceis.

“Nossa confiança é baseada muitas vezes no medo,” ele continua. “Estamos forçando a barra? Estamos tomando uma liberdade criativa que está exagerada? Mas ao mesmo tempo a série nos força a fazer isso, porque estamos incrivelmente limitados ao tipo de histórias que podemos contar.”

Lindelof está orgulhoso do episódio “The Other 48 Days. “É quase um segundo piloto de muitas maneiras, e ver pelo que eles passaram e o que aconteceu a eles é enormemente envolvente,” ele diz.

Como todos os episódios de Lost que dobram as esquinas da complexa mitologia da série, ele levanta mais perguntas do que respostas. “Se você estiver procurando uma resposta definitiva e esse é seu objetivo ao assistir a série, você vai acabar se frustrando,” Cuse diz. “Eu penso que séries que envolvem um conceito mitológico falam de uma jornada, não de um destino. E se respondemos essas questões, a série termina.”

20/04/2006

A experiência de Lost

Segundo nota do Lost-Media, a ABC irá lançar a chamada "Experiência de Lost", uma espécie de jogo baseado na série. De acordo com a fonte, a estréia está prevista para maio, quando a ABC volta a exibir episódios inéditos da série. Pela promessa essa "experiência" revelará novos personagens e estórias que seguirão a trama central da série. Diz-se também que haverão mais informações sobre a "Hanso Foundation" para satisfação dos fãs, o que claro não deixa de ser interessante.

A pessoa/fonte desta nota deu o seguinte depoimento sobre este lançamento da ABC:
"De qualquer forma, parece que haverão outros países como Inglaterra e Austrália relacionados também e até aqueles de onde alguns personagens vêm, como Eko da África e Sayid do Oriente Médio. Será totalmente interativo. Pistas sobre a ilha e a mitologia de Lost serão revelados ao redor de todo o mundo em diferentes áreas.
Quando o jogo começar, você poderá procurar por pistas em formas de áudio, vídeo clipes e textos. Haverá uma comunidade online para que os fãs possam conversar e compartilhar pistas também."

Em tempo, o tal informante diz ser estagiário na ABC. Se isso for mentira vocês ja sabem quem xingar :P


Atualização da nota em 21 de Abril

De acordo com um podcast oficial da série realizado recentemente, a história de Lost realmente continuará através da LOST Internet Experience!
Enquanto respondia uma pergunta referente ao site da Hanso Foundation, Carlton Cuse fez um comentário de que quando o site voltar ao ar será incrível! Lindelof acrescentou com um espetacular! Considerando o excelente episódio piloto, será que vem por aí um excelente site? Mais do podcast:


Cuse: De fato nós estamos... nós vamos deixá-los saber de um segredo. Estamos envolvidos em um projeto que envolverá a internet e que começará em Maio.
Lindelof: ...em maio, mas você terá que prestar atenção na série e não apenas assistí-la, e sim no que acontece entre ela.
Cuse: entre os atos da série
Lindelof: justamente e cuidadosamente para meio que iniciar o caminho nesse... o que chamamos de uma experiência.
Cuse: e essa experiência na internet vai ser lançada durante um dos episódios de Maio (nos EUA) e será uma trilha que levará a muitas informações sobre Lost que você não verá dentro da própria série mas que não são independentes...
Lindelof: Bem, não é algo do tipo bastidores das cenas, é algo do tipo...
Cuse: É uma mitologia real.

Lindelof: É uma maneira bacana de se contar a história.
Cuse: (confirmando) bela narrativa sim

Lindelof: e
Cuse: que esperamos, vai em certo grau atingir satisfazer a necessidade por novo material de Lost ao longo do verão (americano). Quero dizer, você sabe, durante o período em que a série estiver fora do ar antes de começarmos a próxima temporada, nós estaremos contando algumas histórias de Lost.


Fontes: Lost-Media e Lost.com
Colaboração de Joaquim Pedro Dannemann

Fãs de Lost, desesperem-se...ou não.

Quem passa sempre aqui pelo blog deve lembrar de um post relativamente recente que falava sobre a possibilidade de um atraso no início da exibição da 3ª temporada. Pois bem, que tal o que segue abaixo?

Pensando em manter a audiência leal na próxima temporada de Lost, Steve McPherson (chefe de programação da rede de tv ABC) analisa a hipótese de exibir apenas episódios inéditos sem interrupções e muito menos sem repetições - algo que os fãs ardorosamente pedem. "Eu gosto da idéia das pessoas sabendo que quando Lost estiver no ar vai continuar com inéditos por um período longo, e então terá uma interrupção com outra coisa sendo exibida no lugar," ele diz. "Também pode ser uma exibição de janeiro a maio ou então teremos uma parte iniciada no final do outono (primavera no Brasil) e outra mais pro final de janeiro, eu ainda não tenho certeza. Mas nós estamos pensando seriamente sobre isso."

Nota originalmente postada no Tail Section

O Dude! pergunta: e agora José?

E eles se encontraram...

Apesar de não estarem mais no elenco fixo de LOST, Ian Somerhalder e Maggie Grace tornaram-se o centro das notícias sobre Lost hoje. A fofoca que rola é que
eles estão namorando. O casal interpretava os personagens Boone e Shannon, mortos na primeira e na segunda temporada, respectivamente.



Fonte: Glamurama

19/04/2006

SPOILER DO FINAL DA 2ª TEMPORADA

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Final de temporada é sempre um momento de grande expectativa para todos os fãs, e com Lost ela vem em dobro. Mas, que tal saber antes o que provavelmente veremos no episódio final? Ok, como sabemos que nem todo mundo gosta de ter a surpresa estragada, colocamos a pequena descrição a seguir com fonte clara, dessa forma basta selecionar o texto para saber. Em um flashback passado em 2000 na cidade de Los Angeles, Libby compra café para Desmond e o oferece seu barco. Charlie e Eko entram na escotilha para pegar dinamite. Rose e Locke tem uma conversa. Mais tarde no episódio, veremos Desmond caído na praia, acordando e sendo levado para a escotilha, e também o veremso caminhando na floresta com Kelvin. Enquanto na prisão (não há certeza se na ilha ou no flashback), Wildmore repreende Desmond. Haverá uma cena de Desmond no estádio e o Dr. Candle irá aparecer.

Esse final promete muito, hein?!

Paparazzi: Josh e a mulher Yessica fazendo compras!

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Josh Holloway e a esposa Yessica fazendo compras. Seria Yessica uma das mulher mais invejadas do momento? Imagina =p

Mais Fotos Aqui

18/04/2006

Avalanche literária de Lost

Consagrada pelo público e pela crítica, vencedora de prêmios importantes como Emmy, Globo de Ouro e SAG, Lost tem desde novembro de 2005 sua popularidade testada também no mercado literário. Estão disponíveis nos EUA (e quem sabe no Brasil em breve) alguns livros que esmiuçam a série, e buscam claro, explorar um nicho que a julgar pelo futuro próximo tem muito a oferecer não só à base ávida de fãs, bem como às editoras que obviamente querem faturar em cima do grande interesse que a cria de J.J. Abrams e Cia. desperta.

Os três primeiros livros elencados abaixo exploram sub-tramas paralelas dentro da série, desenvolvidas pela editora Hyperion, a mesma responsável pelo futuro lançamento de "Bad Twin", livro que dentro da mitologia da série teria sido escrito por um passageiro "não sobrevivente" do acidente e que já teria sido inclusive lido por Hurley conforme mencionado em um episódio da 2ª temporada.


Endangered Species (Lost)

Detalhes:
208 páginas
Editora Hyperion
Lançado em 01 de Novembro de 2005







Lost: Secret Identity - Novelization #2

Detalhes:
176 páginas
Editora Hyperion
Lançado em 01 de janeiro de 2006






Lost: Signs of Life - Book #3 : Novelization

Detalhes:
192 páginas
Editora Hyperion
Lançado em 01 de Março de 2006






LOST: The Ultimate Unofficial Guide to ABC's Hit Series LOST News, Analysis, and Interpretation por Rebecca K. O'Conner e Jim Stewart

Detalhes:
300 páginas
Editora Equity Press
Lançado em 01 de abril de 2006

Descrição do livro:
Está claro que Lost cativou as mentes de telespectadores ao redor de todo o mundo. O que não está nítido é o que isso realmente significa. Esse guia responde todas as perguntas que você anda fazendo sobre a série. Com uma completa análise da trama, dos seus simbolismos, das pistas escondidas e dos "Easter Eggs" dentro da série, esse livro apresenta análises internas e notícias que não podem ser encontradas em nenhum outro lugar. O livro inclui um sumário completo, com interpretações e análises para a primeira temporada e notícias não autorizadas para os episódios mais recentes. Esse é simplesmente o guia definitivo não-oficial para a série Lost.
O livro inclui: resumo da trama, análises e intepretações; previsões e mensagens escondidas; "Easter Eggs", sinais, símbolos e "Sayerismos"; notícias não-autorizadas.

Unlocking the Meaning of Lost: An Unauthorized Guide por Lynnette Porter e David Lavery

Detalhes:
288 páginas
Editora Sourcebooks, Inc.
Lançado em 7 de Abril de 2006

Descrição do livro:
Desde o momento em que o olho se abriu, fomos cativados pelo mundo misterioso de LOST. A cada semana os sobreviventes enfrentam desafios e questões que são tão sobrenaturais quanto reais. Pela primeira vez, “Unlocking the Meaning of Lost” nos mostra uma visão aprofundada da ilha e dos sobreviventes, explorando os segredos por trás da sua busca por respostas e significados. Indo fundo no coração de LOST, este guia essencial para os verdadeiros fãs explora perguntas como:
-O que significa estar “perdido”? O que fazer para ser “encontrado”?
-Mr. Eko ou Locke possuem a chave espiritual da ilha?
-Como alguém delimita a fé frente ao destino?
-A tecnologia salva ou condena a geração LOST?
"Unlocking the Meaning of Lost” também caracteriza-se como o mais extenso guia aos mistérios e aos segredos, como:
-Pistas escondidas em websites sobre Lost;
-Segredos escondidos em “The Stand” e outros textos;
-Glossário extensivo aos personagens e símbolos;
-Conexões entre os personagens;
-Nomes misteriosamente parecidos;
-As teorias mais coerentes;
-Como os criadores conectam com os fãs online.

Crítica da Publishers Weekly:
Lost, a série sensação do momento, é analisada por Porter, professora de humanismo, e Lavery, que escreveu estudos sobre outras séries, incluindo "Twin Peaks", que investigam os mistérios e dão explicações valorosas sobre os enredos e personagens, junto com especulações e como elas podem ser interligadas. Os autores analisam os seus predecessores - Gilligan's Island, Jurrasic Park e o romance de Stephen King, 'The Langoliers' - e afirmam "o modelo da narrativa usada em Lost é inovador, no que pode ser o primeiro passo da televisão dentro do mundo dos video games." Questões que lidam com assuntos filosóficos e espirituais (A tecnologia é boa ou má? Como as pessoas definem quem são? O homem tem livre arbítrio, ou é controlado pelo destino?) são levantadas e deixadas para ponderação dos leitores. Os escritores estão absolutamente familiarizados com a série e a subcultura que ela gerou e, apesar tornar a leitura bastante esclarecedora e satisfatória, sua narrativa pode esbarrar em debates contraditórios ou de detalhes insignificantes. Com sumários sobre as tramas de fácil leitura, previsões intrigantes e rápidas análises das bases filosóficas da série, o livro deve ser um sucesso junto aos fãs.

Getting Lost : Survival, Baggage, and Starting Over in J. J. Abrams' Lost por Orson Scott Card


Detalhes:
240 páginas
Editora Benbella Books
Lançamento em 01 de Agosto de 2006

Descrição do livro:
Teorias eclodem sobre os sobreviventes do Vôo 815 e sua enigmática ilha no fenômeno da televisão, Lost. Essa coleção de ensaios dá luz aos assuntos mais falados, incluindo capítulos sobre 'Por que os sobreviventes devem estar em outra dimensão (ou Twilight Zone)', 'Senhor de Lost: Jack vs. Locke', 'Os Outros: De que parte da Terra eles vieram...ou onde foram feitos?', e 'Uma visão teológica sobre a ilha como purgatório'. Contribuem pessoas como a crítica de tv Joyce Millman, o escrito de ficção científica Adam-Troy Castro e MaryJanice Davidsona, autora de romance paranormal, que ataca temas predominantes, enredos e símbolos da série, enquanto responde questões que todos os fãs têm: o que significam os ursos pulares e a fumaça negra? Por que a súbita luta pela sobrevivência conduziu alguns a relacionamentos românticos, alguns a conflitos e outros à liderança? E por que Boone tinha que morrer?

ABC quer saber... quem vai ficar com Kate?

Atenção Jaters e Skaters!

A ABC preparou uma enquete sobre os triângulos amorosos mais famosos da tv e quer saber: quem vai ficar com a Kate?
Participe dando seu voto neste link.


"Dude! We Are Lost!" também quer saber sua opinião! Deixe seu comentário!

É ele ou não é?

Que a série é recheada de mistérios não é nenhuma novidade, mas um deles em particular surgido no episódio 14 da 2ª temporada, tem intrigado ainda mais os fãs da série. Afinal de contas, quem é o misterioso Henry Gale, ou seja lá qual for o nome do prisioneiro da escotilha? Há até, como aponta o diário no site da ABC, algum sobrevivente entre os losties que pode ser irmão dele, e dessa forma temos aí uma miríade de especulações. Possibilidades de que ele seja um 'Outro' são grandes sobretudo se levarmos em consideração os acontecimentos recentes. E que tal apimentar mais a situação com o que sugere a foto montagem em destaque? Seria ele um médico da Dharma? Façam suas apostas.

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(Clique nas imagens para ver em tamanho real)

Créditos:
Foto montagem publicada nas transcrições do chat da Kristin Veich de ontem 17/04
Demais fotos do episódio 2x15 "Maternity Leave" retiradas do Lost-Media

Toda a esperança está perdida em Lost: estou saindo da ilha

Por Tom Jicha
Texto original aqui


A série da ABC deve estar preparando terreno para a grande surpresa dos episódios finais em maio, um disco voador vai aterrisar na ilha com os Harley Globetrotters e as cheerleaders do Dallas Cowboys dentro.
É apenas um palpite, mas por que não? O drama que cativou milhões por duas temporadas se tornou tão ridículo quanto a Ilha dos Birutas (
Gilligan's Island). Mas aquela pelo menos era supostamente uma farsa. Lost parece querer ser levada a sério, ou pelo menos à sério na medida em que um drama fantástico pode ser levado.
Há de se ter uma suspensão ou no mínimo uma rejeição da verdade para se comprar qualquer aventura. Nesse espírito, fãs imaginaram um dinossauro, que acabou revelando-se um monstro de fumaça negra (ou talvez exista um dinossauro e um monstro de fumaça negra). Um urso polar surgiu em pleno trópico, mas hey, quem liga?!
O mistério sobre o que era a escotilha manteve a audiência intrigada durante a segunda metade da 1ª temporada. Adicionando mais ao mistério haviam os números inscritos na escotilha, que vinham em uma incrível coincidência, ser idênticos aos do bilhete premiado da loteria ganha por um dos sobreviventes. Quando a escotilha foi finalmente aberta, levando a um esconderijo com música de Mama Cass tocando, não foi nada mais estranho do que qualquer outra coisa que já tivesse acontecido.
Contudo, Lost aproximou-se do limite quando misteriosas cargas de comida começaram a cair do céu. Se esse pequeno paraíso em forma de ilha tropical ganhar mais amenindades, eles poderão vender pacotes de férias. Consequentemente, chega o momento em que você tem que dizer, "Engane-me uma vez, e você deve se envergonhar; engane-me de novo em todo episódio e quem tem que se envergonhar sou eu." E esse momento chegou. Uma coisa é descobrir que um personagem chave era paralítico quando entrou no fatídico avião mas agora ele tem preparo físico para entrar no Iron Man. O que dizer disso? E no episódio da semana passada, nós ficamos sabendo que algo no ar ou na água também cura câncer. Chega. Desisto.
Supostamente, um outro personagem de destaque vai morrer antes do fim da temporada. E poderia ser Jack, o herói. Quem precisa de um médico quando apenas estar na ilha é suficiente para curar-se de paralisia e câncer? Além disso, Jack se tornou um chato com complexo de Alexander Haig.
Se tudo que a audiência viu e ouviu tem algum significado, a ilha claramente não é desse mundo. Alguns especularam que é purgatório, onde seus habitante tem que se penitenciar antes de atingir o destino eterno. Pode ser até o inferno, já que muitos dos sobreviventes do acidente tem histórias ligadas a crimes e violência. Talvez a experiência inteira se mostre como um sonho bizarro de alguém.

Dado desenvolvimentos recentes, isso provavelmente é exagero. Uma hipótese mais plausível é que nem os roteiristas saibam para onde isso tudo vai. O que não chega a ser absurdo. Os criadores de 24 Horas dizem que nunca sabem para onde a temporada vai caminhar quando começam a gravar.
Um dos prazeres de Lost tem sido brincar e tentar descobrir/adivinhar o que pode e o que não pode ser pista para a natureza estranha da ilha. Agora está claro que isso é pura perda de tempo. Nada tem significado porque os roteiristas fazem o que querem, mesmo que isso signifique desafiar as leis da natureza, ciência, senso comum e tudo o mais que aconteceu antes. A inabilidade de sustentar uma idéia sensacional parece ser peculiar à ABC. Twin Peaks foi à sua época mais comentada que Lost e Desperate Housewives juntas. Na metade de sua insana segunda temporada, não havia audiência suficiente para encher um banheiro químico.
Desperate Housewives
já começa a descer morro abaixo em sua 2ª temporada. Agora Lost me perdeu, e imagino quantos mais.

Tom Jicha pode ser contactado pelo e-mail tjicha@sun-sentinel.com.


Em tempo, nós aqui do Dude deixamos bem claro que esse texto não expressa nossa opinião, até porque se assim fosse não haveria motivo para dar continuidade ao blog. Trouxemos porque achamos bacana ver o outro lado da moeda e porque o cara pelo menos foi criativo na crítica, embora na nossa opinião, ele só tenha dado mostras de que é um sujeito impaciente que quer tudo resolvido de forma mastigada e rápida. E vocês o que acham?